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Estado lidera setor agrícola e presença entre os maiores produtores do país

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A agricultura baiana segue em ritmo de expansão e consolidou posição de destaque no cenário nacional. De acordo com a mais recente Pesquisa Agrícola Municipal (PAM), do IBGE, sete municípios do estado figuram entre os 50 com maior valor de produção do Brasil. O resultado confirma a Bahia como principal potência agrícola do Nordeste e segunda colocada no ranking nacional.

O coração da produção está no Oeste da Bahia, região que tem se tornado referência em produtividade e uso de tecnologia no campo. Municípios como São Desidério, Formosa do Rio Preto, Barreiras, Correntina, Luís Eduardo Magalhães e Riachão das Neves impulsionam a economia regional com o cultivo de soja, milho e algodão. Somadas, essas cidades movimentam mais de R$ 23 bilhões em valor de produção anual, representando uma parcela expressiva da renda agropecuária baiana.

Entre os destaques, São Desidério figura como o segundo maior produtor agrícola do país, com forte peso da soja, responsável por mais da metade de sua receita. Formosa do Rio Preto aparece logo atrás, seguida por Barreiras e Correntina, que mantêm ritmo consistente de crescimento sustentado pela diversificação de cultivos e eficiência produtiva.

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No Norte baiano, Juazeiro se consolida como polo de fruticultura irrigada, reconhecido nacionalmente pela produção e exportação de manga e uva. A cidade é exemplo do uso estratégico da irrigação e da inovação tecnológica para garantir produtividade em regiões semiáridas.

O governo estadual destaca que os bons resultados são fruto de políticas articuladas que fortalecem a produção, a infraestrutura e o acesso à tecnologia no campo. Investimentos em irrigação, pesquisa, logística e assistência técnica têm garantido competitividade aos produtores e ampliado o alcance do agronegócio baiano.

A articulação entre governo e setor produtivo tem sido apontada como fator-chave para o desempenho. O objetivo é assegurar continuidade a esse modelo de cooperação, voltado à sustentabilidade, à geração de emprego e ao aumento da renda no campo.

Com base sólida em produtividade, inovação e gestão eficiente, a Bahia avança para consolidar-se como exemplo de desenvolvimento agropecuário no Brasil — unindo tradição, tecnologia e compromisso com o crescimento sustentável.

Fonte: Pensar Agro

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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