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ConBAP 2024: Porto Alegre sediará congresso brasileiro de agricultura de precisão

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O Centro de Eventos da PUCRS em Porto Alegre será palco, de 2 a 4 de julho próximo, da décima edição do Congresso Brasileiro de Agricultura de Precisão e Digital (ConBAP). Este evento bienal, organizado pela Associação Brasileira de Agricultura de Precisão e Digital (AsBraAP), já se estabeleceu como um dos principais fóruns nacionais para a discussão de inovações tecnológicas no agronegócio.

A agricultura de precisão, foco do congresso, emprega uma abordagem tecnológica avançada que integra dados temporais, individuais e espaciais para otimizar a eficiência no uso de recursos, melhorar a produtividade e a sustentabilidade das práticas agropecuárias. O evento visa aprimorar estas técnicas e explorar novas aplicações digitais no setor.

Durante o ConBAP 2024, serão esperados mais de 700 participantes, incluindo produtores rurais, empresários do agronegócio, acadêmicos, pesquisadores e profissionais de diversas áreas relacionadas à agricultura. A edição anterior já demonstrou o potencial do evento para facilitar o networking, promover colaborações de pesquisa e discutir as tendências futuras da agricultura digital.

Além das sessões de discussão científica, o congresso oferecerá oportunidades para que os participantes conheçam as últimas inovações e soluções tecnológicas disponíveis no mercado, proporcionadas por empresas do setor produtivo e revendas agrícolas.

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Serviço:

  • Data: 2 a 4 de julho de 2024
  • Local: Centro de Eventos PUCRS, Porto Alegre
  • Organização: Associação Brasileira de Agricultura de Precisão e Digital (AsBraAP)

Fonte: Pensar Agro

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Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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