AGRONEGÓCIO
CNA promove capacitação em rotulagem para empresários rurais
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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu nos dias 18 e 19 um seminário online direcionado a empresários rurais participantes do programa Agro.BR. O evento teve como foco as normas de rotulagem e embalagem de produtos destinados à exportação para países como Emirados Árabes Unidos, Singapura e China.
No primeiro dia do seminário, os participantes receberam uma apresentação detalhada sobre as diretrizes de rotulagem e embalagem exigidas nos mercados de Singapura e Emirados Árabes Unidos, respeitando as regulamentações específicas de cada localidade. Já no segundo dia, o evento concentrou-se na apresentação das normativas chinesas relacionadas às embalagens para produtos a serem exportados para esse país.
O programa Agro.BR, fruto da parceria entre a CNA e a ApexBrasil, tem como objetivo auxiliar os produtores brasileiros no incremento da pauta exportadora do país. Por meio dessa iniciativa, são oferecidos suporte e capacitação, elaboração de planos de exportação, consultorias personalizadas, além de participação em rodadas de negócios e apoio em escritórios estratégicos no exterior.
A CNA dispõe de escritórios internacionais situados na China, Singapura e Emirados Árabes Unidos, com a finalidade de auxiliar os empresários rurais brasileiros nos procedimentos relacionados à exportação. Esses escritórios fornecem suporte para a promoção comercial e realizam análises constantes das oportunidades e tendências locais, visando facilitar e potencializar as atividades de exportação dos produtores brasileiros.
Fonte: Pensar Agro
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Exportações de madeira movimentaram R$ 860 milhões com retomada dos EUA
O Brasil vendeu R$ 859 milhões em abril, avanço de 34% no comparativo mensal, em produtos de madeira para os Estados Unidos. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram avanço tanto no volume embarcado quanto no faturamento do setor, impulsionados principalmente pela retomada da demanda dos Estados Unidos.
Segundo o levantamento, os embarques da cesta de produtos florestais saltaram de 515,5 mil metros cúbicos em março para 771,3 mil metros cúbicos em abril, crescimento de 38% em apenas um mês.
O faturamento das exportações passou de R$ 641,5 milhões em março para R$ 859 milhões em abril, avanço de 34% no comparativo mensal. O resultado representa a primeira recuperação consistente de 2026 acima dos níveis registrados no ano passado, tanto em volume quanto em receita.
A retomada do mercado norte-americano foi decisiva para o avanço das exportações brasileiras. Após a redução das tarifas de importação aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, de 50% para 10%, as negociações voltaram a ganhar ritmo e ampliaram a competitividade da madeira nacional.
Segundo o Mdic, os Estados Unidos responderam por cerca de um terço de todas as exportações brasileiras de madeira em abril. O principal destaque foi o compensado de Pinus destinado ao mercado norte-americano. As vendas do produto saltaram de R$ 41 milhões em março para R$ 132 milhões em abril, praticamente retornando aos níveis observados em 2025.
Entre os produtos mais exportados, a madeira serrada de Pinus liderou os embarques, com 320,5 mil metros cúbicos exportados e faturamento de R$ 370 milhões. Na sequência aparece o compensado de Pinus, que movimentou R$ 346 milhões, com embarques de 234,6 mil metros cúbicos.
Apesar da recuperação em abril, o setor ainda acumula retração em 2026. Entre janeiro e abril, as exportações dos produtos monitorados pela WoodFlow somaram R$ 2,72 bilhões, abaixo dos R$ 3,16 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.
Em volume, os embarques também seguem menores, refletindo a desaceleração da demanda internacional observada nos primeiros meses do ano, além das oscilações logísticas e da instabilidade econômica global.
A avaliação do mercado é de que o ambiente internacional seguirá sendo determinante para o ritmo das exportações brasileiras de madeira ao longo de 2026, especialmente diante da forte dependência do mercado norte-americano para produtos industrializados do setor florestal.
Fonte: Pensar Agro
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