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POLITÍCA NACIONAL

Fufuca e Lahesio Bonfim são os novos senadores pelo Maranhão

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selo_eleicoes_claro.jpgOs eleitores do Maranhão elegeram André Fufuca (PP) e Lahesio Bonfim (Novo) para representar o estado no Senado. Fufuca teve 1.519.322 votos (21,4%) enquanto Bonfim, 1.462.857 (20,6%), com 99,3% das seções eleitorais já apuradas.

O atual deputado federal André Fufuca nasceu em Santa Inês (MA) em 1989, graduou-se em medicina e atuou como gestor público. Ex-deputado estadual (2011 a 2015), está no terceiro mandato na Câmara dos Deputados. Foi ministro do Esporte no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, entre setembro de 2023 e março de 2026.

Entre as pautas defendidas pelo senador eleito, estão saúde pública, municipalismo, educação, cidadania e combate ao bullying.

A chapa eleita é composta por Fernando Fialho (PSDB), como 1º suplente, e Sargento Barbosa (PP), como segundo suplente.

Lahesio Bonfim nasceu em Marcos Parente (PI) em 1978 e graduou-se em medicina na Universidade Estadual do Piauí (Uespi).

Servidor concursado do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) e do município de Balsas (MA), foi duas vezes prefeito de São Pedro dos Crentes (MA), de 2017 a 2022, quando concorreu ao governo do Maranhão. Lahesio também presidiu o Agir no estado, em 2022.

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As pautas defendidas pelo senador eleito incluem eficiência administrativa, responsabilidade fiscal e simplificação do Estado; transparência e combate à corrupção; saúde, educação e infraestrutura; turismo, agronegócio e agricultura familiar.

A chapa eleita inclui Mauricio Rizzi (Novo), como 1º suplente, e Franciscano Soares (PSD), como 2º suplente.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLITÍCA NACIONAL

Em 2027, Senado terá 40 senadores novos e 14 reeleitos

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selo_eleicoes_claro.jpgA eleição deste domingo (4) definiu os ocupantes de 54 das 81 cadeiras do Senado para os próximos oito anos. Quarenta vagas serão renovadas, o equivalente a 74% das cadeiras em disputa. As demais serão ocupadas por senadores que conseguiram se reeleger.

Dos 32 atuais senadores que tentaram a reeleição, 14 conseguiram um novo mandato, o que corresponde a 43,7%. 

Antes mesmo da apuração, já se sabia que haveria mudança significativa na composição da Casa a partir de 2027. Isso porque, entre os ocupantes das 54 cadeiras em disputa, 13 não eram candidatos e outros 9 disputaram cargos diferentes ou participaram das eleições como suplentes. Com o resultado das urnas, a renovação foi ampliada pela derrota de 18 dos 32 senadores que tentavam permanecer no cargo. 

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Foram reeleitos, em ordem alfabética: Alessandro Vieira (MDB-SE), Carlos Portinho (PL-RJ), Cid Gomes (PSB-CE), Eduardo Braga (MDB-AM), Eduardo Gomes (PL-TO), Humberto Costa (PT-PE), Jaques Wagner (PT-BA), Lucas Barreto (PSD-AP), Marcelo Castro (MDB-PI), Marcio Bittar (PL-AC), Plínio Valério (PSDB-AM), Rogério Carvalho (PT-SE), Styvenson Valentim (Podemos-RN) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). 

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Números

A disputa de 2026 repete um dado de 2018: nos dois pleitos, 32 titulares tentaram continuar no Senado. Em 2018, porém, apenas 8 foram reeleitos, e a renovação alcançou 46 das 54 cadeiras, ou 85,19%. Em 2026, o índice de reeleição foi maior, e a taxa de renovação, menor. 

As outras 27 cadeiras do Senado não estavam em disputa neste ano porque foram preenchidas na eleição de 2022 e têm mandato até janeiro de 2031. Ainda assim, algumas terão mudança a partir do próximo ano. 

Cleitinho (Republicanos-MG) e Sergio Moro (PL-PR) foram eleitos governadores, enquanto Alan Rick (Republicanos-AC), Omar Aziz (PSD-AM) e Professora Dorinha Seabra (União-TO) avançaram para o segundo turno nos respectivos estados. O Senado é renovado alternadamente a cada quatro anos: em uma eleição são escolhidos dois terços da Casa e, na seguinte, um terço. 

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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