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Amapá elege Rayssa Furlan e Lucas Barreto para o Senado

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Os eleitores do Amapá escolheram como representantes no Senado neste domingo (4) Rayssa Furlan (Podemos) e Lucas Barreto (PSD), reeleito para o segundo mandato na Casa. Com 98,3% das urnas apuradas, Rayssa chegou a 29,9% dos votos válidos e Lucas Barreto, a 24,2%. Ambos ocuparão as cadeiras de 2027 a 2035. Já Randolfe Rodrigues (PT), que concorria à reeleição, não conseguiu alcançar o número de votos necessários e deixará a Casa em janeiro.

Médica dermatologista, Rayssa Cadena Furlan trabalhou em clínica médica nas cidades de Macapá, Santana e Mazagão. Casada com o prefeito de Macapá, Dr. Furlan, ela ocupou a Secretaria de Mobilização e Participação Popular de Macapá, no governo do esposo. Nascida em Brasília, a senadora tem 39 anos e é mãe de quatro filhos. Eleita para o primeiro mandato no Senado, Rayssa Furlan tem como primeiro suplente Neto Furlan (Podemos).

Empresário, Lucas Barreto tem 61 anos. Foi deputado estadual por quatro mandatos (entre 1991 e 2006), presidiu a Assembleia Legislativa do Amapá (2003 e 2004) e exerceu o cargo de vereador entre 2013 e 2016. Senador eleito em 2018, ele foi escolhido agora para o segundo mandato na Casa. Lucas é casado, pai de três filhas e tem três netos. Seu primeiro suplente é Paulo Albuquerque (PSD).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Senado sedia encontro sobre liderança feminina na administração pública

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O Senado promoveu nesta segunda-feira (5) a abertura do 1º Encontro Nacional de Mulheres na Liderança na Administração Pública. O objetivo é formar uma rede com essas lideranças e fortalecer a atuação feminina nos três Poderes, com a consolidação de boas práticas em governança pública e a produção de subsídios para a formulação de políticas de equidade.

Na abertura do evento, que se estende até esta terça-feira (6), a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, defendeu a presença de mulheres nesse espaços e a importância de se criar ambientes institucionais que facilitem a troca de experiências e a construção de redes de apoio.

Ilana ressaltou que as mulheres podem exercer cargos de liderança sem se limitar a padrões preestabelecidos de comportamento e desempenho.

— Não precisamos caber em caixinhas. Podemos ser o que quisermos — afirmou.

Videocast

A programação de abertura incluiu o lançamento do videocast LiderA, que é uma produção da Rádio Senado, da TV Senado e do Núcleo de Coordenação de Ações de Diversidade, Equidade e Inclusão do Senado.

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A produção reúne mulheres que estão à frente de instituições públicas para entrevistas sobre liderança, escolhas e desafios profissionais.

A diretora da Secretaria de Comunicação Social do Senado, Glauciene Lara, disse que o LiderA busca romper com estereótipos que ainda restringem a forma como a liderança feminina é percebida.

Glauciene convidou as participantes a acompanhar os episódios e a compartilhar suas próprias experiências em futuras gravações. Ela também salientou a diversidade das trajetórias das mulheres presentes no encontro.

Palestra e filme

O evento contou ainda com a palestra Mulheres em rede: o futuro da liderança, ministrada por Gisèle Szczyglak. Ela é doutora em filosofia política pela Universidade de Toulouse II e especialista em liderança feminina, mentoring e desenvolvimento de redes profissionais.

Além disso, a programação incluiu a exibição do filme Eunice – A Primeira Senadora, que faz parte do projeto Visita 360 (que oferece aos visitantes do Congresso Nacional experiências imersivas por meio da realidade virtual).

O curta-metragem, com duração de nove minutos, apresenta um momento na vida de Eunice Michiles, primeira mulher a ocupar uma cadeira no Senado, e destaca sua atuação em um ambiente político predominantemente masculino.

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Segundo dia

A programação desta terça-feira (6), segundo e último dia do encontro, começa às 9h, no Instituto Serzedello Corrêa – Escola Superior do Tribunal de Contas da União.

Entre os destaques estão a aula magna O cenário da alta gestão sob a ótica de gênero e governança, a ser ministrada pela diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, além de uma série de oficinas — que vão abordar comunicação e autoridade, autoconhecimento, equidade de gênero, transformação institucional e liderança inclusiva.

O evento será encerrado com uma plenária com foco na construção de uma agenda das mulheres na administração pública, com representantes dos três Poderes.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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