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Setor de Legislação e Normas da Educação passa a atender no prédio do Net-VG

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O Setor de Legislação e Normas da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Smecel) passa a atender, a partir desta segunda-feira (14), no prédio onde está instalado o Net-VG. A transferência integra o processo de reorganização dos espaços físicos da Secretaria e tem como objetivo proporcionar melhores condições para o desenvolvimento das atividades realizadas pela equipe.

Com a mudança, o setor passa a contar com um espaço mais amplo e adequado para acomodar os servidores, permitindo melhor distribuição das equipes e maior funcionalidade no desenvolvimento das atividades. A iniciativa também busca garantir um ambiente mais apropriado para o atendimento das demandas que chegam diariamente à Secretaria de Educação.

O Setor de Legislação e Normas desempenha papel importante na estrutura da pasta, atuando em questões relacionadas à legislação educacional, normas, orientações e procedimentos que envolvem a rede municipal de ensino. A adequação do espaço contribui para que os profissionais tenham melhores condições para organizar documentos, analisar demandas e realizar os encaminhamentos necessários.

A transferência também faz parte de uma ação mais ampla de otimização dos espaços utilizados pela Secretaria de Educação, que busca distribuir os setores de maneira mais funcional. A proposta é aproveitar melhor a estrutura disponível e proporcionar ambientes que atendam às necessidades específicas de cada equipe, tanto para o trabalho interno quanto para o atendimento ao público.

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O prédio do Net-VG já abriga outro importante setor da Secretaria de Educação, a Superintendência Pedagógica, que anteriormente funcionava em um prédio em frente ao André Maggi e agora está instalada no local. A equipe atua diretamente no acompanhamento e suporte às ações pedagógicas desenvolvidas na rede municipal.

A presença dos dois setores no mesmo espaço também contribui para facilitar a integração entre as equipes e otimizar os fluxos internos da Secretaria, especialmente em demandas que envolvem diferentes áreas da gestão educacional.

Segundo a secretária municipal de Educação, Maria Fernanda Figueiredo, a reorganização dos espaços busca valorizar o trabalho dos servidores e, ao mesmo tempo, melhorar a estrutura disponibilizada para o atendimento das demandas da comunidade escolar.

“Estamos reorganizando os espaços da Secretaria de Educação para que nossos servidores possam desenvolver suas atividades em ambientes mais adequados, com mais espaço, conforto e funcionalidade. Essa mudança do Setor de Legislação e Normas para o prédio do Net-VG faz parte desse planejamento. A Superintendência Pedagógica já está funcionando no local e, agora, teremos também a equipe de Legislação e Normas, garantindo uma estrutura mais adequada para o trabalho e para o atendimento das demandas”, destacou.

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A secretária ressaltou ainda que a reorganização dos ambientes não se limita à mudança física dos setores, mas representa uma medida de planejamento da estrutura administrativa da Secretaria de Educação.

“A nossa preocupação é oferecer condições para que cada equipe tenha um espaço compatível com as atividades que realiza. Quando proporcionamos um ambiente mais organizado e funcional, também contribuímos para melhorar o fluxo de trabalho e a qualidade do atendimento prestado à comunidade”, afirmou Maria Fernanda.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Capacitação em hanseníase amplia diagnóstico e identifica 42 novos casos em Várzea Grande

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O que poderia ser apenas mais uma consulta de rotina acabou contribuindo para uma avaliação mais detalhada do tratamento de uma paciente com hanseníase em Várzea Grande. Sueli Alves da Rosa já fazia acompanhamento contra a doença e procurou a unidade de saúde durante uma capacitação realizada pela rede municipal para saber se já poderia receber alta da medicação.

Durante a avaliação, os profissionais entenderam que ainda era necessário manter o tratamento e o acompanhamento. A decisão foi tomada a partir da análise do quadro clínico da paciente, que deverá retornar à unidade para uma nova avaliação dentro do período definido pela equipe médica.

A situação de Sueli é um exemplo de como a capacitação aproxima o conhecimento técnico da realidade dos pacientes. Ao longo da atividade, os profissionais puderam avaliar casos reais, discutir condutas e aprofundar a identificação de sinais da doença, alterações neurológicas, reações hansênicas, recidivas e a necessidade de acompanhamento.

Realizada nas Unidades de Saúde da Família (USFs) dos bairros Parque do Lago e Maringá, a capacitação resultou em 108 atendimentos e na identificação de 42 novos casos de hanseníase. Do total, 36 foram registrados em adultos e seis em crianças menores de 15 anos. Também foram identificadas 11 recidivas — retorno da doença — ou outros reingressos.

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O número de casos encontrados mostra a importância da avaliação dermatoneurológica e da busca ativa dentro da Atenção Primária. Entre os pacientes avaliados, também foram identificados casos com diferentes graus de incapacidade física (GIF): 15 pacientes com GIF 0, 23 com GIF 1 e 15 com GIF 2.

Os casos de crianças menores de 15 anos chamam atenção porque exigem uma investigação mais cuidadosa dos contatos e do histórico epidemiológico, além do acompanhamento pela equipe de saúde.

Conhecimento compartilhado entre municípios

Além dos profissionais de Várzea Grande, participaram da capacitação trabalhadores dos municípios de Chapada dos Guimarães, Nossa Senhora do Livramento, Santo Antônio do Leverger, Poconé e Nova Brasilândia, ampliando a troca de experiências entre as equipes que atuam no enfrentamento da hanseníase.

Ao todo, 23 profissionais de Várzea Grande participaram diretamente da capacitação: 10 enfermeiros, 12 médicos e um dentista. A atividade foi conduzida pela enfermeira especialista Adriana de Oliveira Matos, responsável técnica pela Linha de Cuidado da Hanseníase e pelas equipes do Ambulatório de Atenção Especializada e Regionalizado em Hanseníase (AAER), localizado no Centro de Especialidade em Saúde, conhecido como Postão.

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Mais do que atualizar conhecimentos, a proposta foi levar os profissionais para dentro da realidade do atendimento. A partir dos casos encontrados nas próprias unidades, foi possível discutir diagnóstico, tratamento, avaliação dos nervos periféricos, prevenção de incapacidades e acompanhamento dos pacientes.

A orientação dos profissionais é que os pacientes em tratamento mantenham o acompanhamento e retornem às consultas mesmo quando percebem melhora. A hanseníase pode provocar alterações nos nervos e incapacidades físicas, e a avaliação regular permite identificar essas mudanças e agir antes que os danos se agravem.

A experiência reforça o papel das unidades de saúde como porta de entrada para o diagnóstico e o acompanhamento da hanseníase e mostra que, muitas vezes, uma avaliação cuidadosa pode fazer a diferença na condução do tratamento.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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