CUIABÁ
Search
Close this search box.

EDUCAÇÃO

Aplicativo auxilia na comunicação de crianças neurodivergentes

Publicado em

EDUCAÇÃO

Um sistema que pode ajudar na comunicação e na interação de crianças com transtorno do espectro autista (TEA) e pessoas com dificuldades de fala e interação. Esse é o aplicativo Papuguinho, que foi criado por estudantes do Campus Jacareí do Instituto Federal de São Paulo (IFSP), com o objetivo de auxiliar seus usuários a expressar necessidades, pensamentos e sentimentos. O app já está pronto para uso e visa atender profissionais da área e famílias, sendo acessível a todos os públicos.

Atualmente, o Papuguinho está disponível no site e em formato de app para download nos sistemas Android (via Play Store) e Windows (via Microsoft Store), com versões planejadas para macOS, iOS e Linux. Diversas escolas, clínicas e famílias já usam o sistema e têm tido um retorno positivo, pois, além de auxiliar crianças não verbais, também ajuda aquelas com dificuldades na fala.

O Papuguinho foi criado para atender às necessidades reais de crianças com TEA e fortalece as conexões entre pais, cuidadores e crianças por meio de uma comunicação mais clara. O sistema funciona com pranchas visuais: uma interface intuitiva que permite às crianças formarem frases faladas ao tocar em ícones coloridos. Também é possível adaptar as pranchas às necessidades individuais com temas customizáveis.

Leia Também:  Mulheres Mil: Rio de Janeiro terá 245 vagas de qualificação profissional

A mais recente atualização do app foi a implementação do Estúdio Papuguinho, que torna possível alterar as imagens dos pictogramas para melhor entendimento, criar as próprias pranchas e imprimir os pictogramas para a criança. Já o Gemmuguinho é um modelo próprio de inteligência artificial (IA) que será utilizado no Estúdio Papuguinho para garantir segurança e privacidade aos usuários. A proposta é contribuir para a evolução da comunicação das crianças por meio de uma tecnologia simples e democratizada.

Criado em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), o app é um sistema 100% gratuito de comunicação aumentativa e alternativa (CAA). A ferramenta é acessível, foi desenvolvida com conhecimento educacional e recebe atualizações constantes. O sistema está em evolução e pretende ajudar não só as famílias, mas também os professores em sala de aula.

Origem do Papuguinho – O nome escolhido para o sistema remete ao papagaio, ave conhecida por reproduzir sons. Da mesma forma, o Papuguinho dá voz às crianças, com o objetivo de ser um companheiro fiel que ajuda na expressão e na comunicação do dia a dia. Após pesquisas feitas na etapa de desenvolvimento do sistema, ficou evidente a preferência por tons de azul e verde no app, além da relação com a natureza.

Leia Também:  Ideb avança em todas as etapas da educação básica no Amapá

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e do IFSP

Fonte: Ministério da Educação

Propaganda

EDUCAÇÃO

Envio de artigos ao Cadernos Equidade termina nesta sexta (11)

Publicados

em

Termina nesta sexta-feira, 11 de setembro, o prazo para submissão de artigos científicos à chamada pública do Cadernos Equidade, dedicada à Educação Bilíngue de Surdos. A chamada é realizada pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).  

A iniciativa busca ampliar a participação de acadêmicos, pesquisadores, professores, gestores, profissionais da educação e lideranças surdas na produção de conhecimento sobre a área e contribuir para o fortalecimento da Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (Pnebs). Os artigos sobre educação bilíngue de surdos devem ser encaminhados para: [email protected]

Os interessados devem ficar atentos às orientações para submissão. Cada artigo poderá ter até três autores, e a autoria deve ser restrita às pessoas que tenham contribuído de forma significativa para a concepção, o desenvolvimento, a execução ou a interpretação do estudo. 

O autor responsável pela submissão também será responsável pelo acompanhamento do fluxo do artigo e pelas comunicações com a publicação. 

Leia Também:  Ideb avança em todas as etapas da educação básica no Amapá

Para garantir a avaliação cega por pares, é necessário realizar o envio de dois arquivos: um contendo o artigo completo e todas as informações referentes aos autores; e outro com o texto, sem qualquer identificação de autoria. 

Os textos devem ser inéditos, redigidos em português escrito e ter entre 35 mil e 50 mil caracteres com espaços. Os trabalhos aprovados deverão ainda apresentar, obrigatoriamente, um resumo em vídeo em Libras, conforme as informações do edital.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi  

Fonte: Ministério da Educação

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA