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Os 5 países com mais vulcões ativos e o passado do Brasil

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Os 5 países com mais vulcões ativos e o passado do Brasil
Reprodução/freepik

Os 5 países com mais vulcões ativos e o passado do Brasil

Quando pensamos em vulcões, é comum que imagens do Monte Fuji  no Japão ou das lavas incandescentes venham à mente. No entanto, por trás dessas montanhas que expelem fogo e cinzas, há dados que ajudam a entender onde o planeta pulsa com mais intensidade sob os pés da humanidade. Segundo o Programa de Vulcanismo Global (GVP) do Smithsonian Institution, pelo menos cinco países concentram o maior número de vulcões que entraram em erupção nos últimos 12 mil anos — o período geológico conhecido como Holoceno.


Os cinco países com mais vulcões ativos do Holoceno

1. Estados Unidos — 165 vulcões

O país mais afetado por atividade vulcânica recente é também um dos mais preparados para monitorá-la. Entre os 165 vulcões registrados, 63 estiveram ativos desde 1800. O Kilauea, no Havaí, é um dos mais ativos do planeta, enquanto o Monte Santa Helena, no Estado de Washington, é lembrado por sua erupção devastadora em 1980.

2. Japão — 120 vulcões

Com território montanhoso e intensamente sísmico, o Japão abriga 66 vulcões ainda considerados ativos, como o Sakurajima e o Monte Ontake. O Monte Fuji, símbolo nacional, é monitorado constantemente por risco de erupção.

3. Indonésia — 108 vulcões

País com maior número de vulcões em atividade simultânea nos últimos anos, a Indonésia vive sob constante alerta. Em agosto de 2024, seis vulcões estavam em erupção no arquipélago. O Monte Merapi e o Sinabung são exemplos da força geológica que molda o país, onde ocorreu a histórica erupção do Tambora, em 1815.

4. Rússia — 115 vulcões

Na longínqua Península de Kamtchatka, a Rússia concentra a maioria de seus vulcões ativos. O Shiveluch e o Plosky Tolbachik são alguns dos mais notórios, com erupções registradas no século XXI.

5. Chile — 91 vulcões

Único sul-americano na lista, o Chile se destaca pela posição estratégica no Anel de Fogo do Pacífico. Vulcões como Villarica, Copahue e Láscar registram atividades constantes, sendo monitorados de perto pelas autoridades. O país é o mais ativo da América do Sul no quesito vulcanismo.

E o Brasil? Um passado vulcânico sob nossos pés

Embora o Brasil não figure entre os países com vulcões ativos, isso não significa que esteja livre de histórias vulcânicas. Pelo contrário: o território nacional guarda as cicatrizes de um passado geológico marcado por intensas erupções.

Há cerca de 131 milhões de anos, durante o período Cretáceo, o processo de separação entre os continentes africano e sul-americano deu origem ao maior episódio de vulcanismo da história brasileira. A região conhecida como Serra Geral, que abrange estados como São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, foi palco de sucessivas erupções de lava basáltica que moldaram o relevo e enriqueceram o solo, hoje conhecido como terra roxa.

Atualmente, não há vulcões ativos nem adormecidos no território continental brasileiro. Os antigos sistemas vulcânicos estão totalmente extintos, sem câmaras magmáticas ativas sob o subsolo.

Vestígios ainda visíveis

Embora extintos, os vestígios desses vulcões estão por toda parte. O Pico do Cabugi, no Rio Grande do Norte, e o vulcão Paredão, na Ilha da Trindade (ES), são exemplos de estruturas que resistiram ao tempo. Em Fernando de Noronha, o próprio arquipélago é resultado de antigas atividades vulcânicas submarinas.

Há também casos em que fenômenos naturais confundem moradores. Em áreas como o interior de São Paulo, há relatos de fumaça saindo do chão, frequentemente associada a erupções. Na verdade, trata-se da queima de matéria orgânica acumulada em solos ricos.

Mais do que fogo e cinzas

Além do fascínio popular, os vulcões representam riscos concretos para populações inteiras — mas também oportunidades. Em outras regiões do mundo, a atividade vulcânica impulsiona a geração de energia geotérmica. O Brasil, apesar de não possuir sistemas ativos, já mapeou potenciais reservatórios de calor subterrâneo em regiões como o Vale do Ribeira (SP) e a Bacia do Paraná.

Fonte: Turismo

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Ministério do Turismo e BID abrem seleção para consultoria voltada ao financiamento do setor no Brasil

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O Ministério do Turismo, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), abriu seleção para a contratação de uma consultoria especializada em mercado financeiro e instrumentos de fomento. A iniciativa tem como objetivo elaborar um diagnóstico sobre a oferta e a demanda de crédito na área e propor soluções que garantam mais competitividade, sustentabilidade e resiliência climática ao turismo brasileiro.

Organizações interessadas têm até as 17h do dia 5 de outubro de 2026 para enviar suas propostas. O processo de seleção ocorre por meio de um edital de Solicitação de Manifestação de Interesse (SMI), e a instituição escolhida conduzirá os trabalhos por meio de um contrato com duração estimada de seis meses.

Saiba mais clicando aqui. 

Requisitos

A consultoria deverá comprovar experiência mínima de cinco anos na realização de estudos, diagnósticos ou projetos relacionados ao fomento econômico, instrumentos financeiros, políticas públicas e sustentabilidade. É desejável ainda ter histórico nos setores de turismo, crescimento regional ou finanças climáticas, além de vivência em iniciativas internacionais e capacidade de análise técnica em inglês e espanhol.

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Quem pode participar

Estão aptas a participar consultorias originárias de países-membros ou territórios do BID. 

Para fortalecer as propostas, é permitida a formação de consórcios ou joint ventures (duas ou mais organizações, que se unem para realizar um projeto específico). Nesses casos, o grupo deverá nomear formalmente uma entidade líder como representante responsável por todas as comunicações. A comprovação de capacidade técnica exigirá histórico institucional, corpo de profissionais qualificados e evidências de trabalhos similares já executados.

Inscrição e prazos

As manifestações de interesse devem ser enviadas exclusivamente de forma digital pelo Portal do Proponente do BID. As organizações interessadas devem criar uma conta completa na plataforma, sendo obrigatória a inclusão do Número de Parceiro Comercial (BP Number) no perfil. Todos os documentos devem ser encaminhados em formato PDF.

Em caso de dúvidas, entre em contato com a equipe responsável, pelo e-mail: .

 

Fonte: Ministério do Turismo

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