CUIABÁ
Search
Close this search box.

POLÍTICA

“Parlamento Jovem” inicia as eleições para a escolha de 24 deputados

Publicado em

POLÍTICA

Com o encerramento das inscrições de estudantes da rede pública e privada de ensino em Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis, o próximo passo do projeto “Parlamento Jovem” será a realização das eleições, que ocorrerão de 4 a 8 de dezembro. A votação popular será feita online, por meio do site da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Os candidatos eleitos assumirão a 9ª Legislatura e terão como padrinho o deputado estadual Thiago Silva (MDB), responsável pela indicação que permitiu a retomada do programa.

“É uma satisfação ser padrinho do Parlamento Jovem, que dará voz à nossa juventude e fortalecerá o exercício da cidadania. Eles estarão contribuindo diretamente com suas cidades e com o estado de Mato Grosso, entendendo a importância da política no dia a dia de qualquer cidadão e o papel dos deputados em representar a sociedade, buscando melhorias, qualidade de vida e dignidade para as pessoas”, destacou o parlamentar.

Na disputa, 75 candidatos concorrem a uma das 24 cadeiras da Casa de Leis e os mais votados serão os eleitos. A posse está prevista para o início de fevereiro de 2025 e com o mandato, os deputados jovens vão participar de palestras sobre o funcionamento do Legislativo, o papel dos deputados e as atribuições dos poderes do Estado. Além disso, vão fazer sessões ordinárias e especiais do Parlamento Jovem, acompanharão deputados em suas atividades parlamentares, desenvolverão ao menos um projeto de lei e realizarão visitas a órgãos públicos do estado de Mato Grosso e ao Congresso Nacional, em Brasília.

Leia Também:  Dr. Gimenez destina mais de R$ 11 milhões em recursos para a região oeste

Fonte: ALMT – MT

Propaganda

POLÍTICA

Duas mulheres são eleitas para a ALMT após quatro legislaturas

Publicados

em

Samantha do Abilio (PL) e Alessandra Ferreira (Podemos) estão entre os 24 deputados estaduais eleitos neste domingo (4) para a 21ª Legislatura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Com 100% das urnas apuradas, Samantha recebeu 57.900 votos e Alessandra, 50.802. O resultado faz com que a ALMT volte a ter duas mulheres eleitas diretamente para exercer mandatos titulares simultaneamente.

A última vez que isso ocorreu foi nas eleições de 2010, quando Luciane Bezerra e Teté Bezerra conquistaram cadeiras para a 17ª Legislatura (2011–2015). Nas três eleições seguintes (2014, 2018 e 2022), apenas uma mulher, Janaina Riva (MDB), foi eleita deputada estadual em cada pleito.

Na atual legislatura, outras mulheres também exerceram temporariamente o mandato como suplentes. Em julho de 2025, a ALMT registrou, pela primeira vez, três mulheres em exercício simultaneamente: Janaina Riva, titular, e as suplentes Professora Graciele e Valdeniria Dutra. Também assumiram como suplentes ao longo da 20ª Legislatura Sheila Klener, Sandy de Paula, Priscila Dourado e Marildes Ferreira.

Nas eleições de 2026, as mulheres representaram 34% do total de candidaturas registradas em Mato Grosso, mesmo percentual verificado no estado nas eleições gerais de 2022. Apesar de serem maioria entre o eleitorado, a participação feminina entre os candidatos permaneceu em cerca de um terço.

Leia Também:  CST dos Zebuínos destaca avanços e necessidade de políticas públicas para alcançar pequenos produtores

Eleitas, Samantha e Alessandra representarão 8,3% da composição da Casa na próxima legislatura. Samantha do Abilio, de 42 anos, é designer de interiores e vereadora de Cuiabá. Eleita para a Câmara Municipal em 2024, chega à Assembleia para o primeiro mandato como deputada estadual. Já Alessandra Ferreira, de 36 anos, é cirurgiã-dentista e empresária. Foi secretária municipal de Promoção e Assistência Social de Rondonópolis entre 2025 e 2026 e disputou neste ano sua primeira eleição para um cargo eletivo.

A presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou a diferença entre o número de mulheres no eleitorado e a presença delas nos cargos eletivos. “A gente tem 51% dos eleitores que são mulheres. E por que elas não podem ter uma representatividade? Então a gente tem que melhorar essa cultura, conversar mais, trocar nossas experiências e fazer com que esse número comece a crescer também”, afirmou.

Para a cientista política Christiany Fonseca, a participação feminina nas eleições não se converte automaticamente em representação parlamentar. Segundo ela, o processo envolve acesso às estruturas partidárias, recursos de campanha, redes políticas e condições para que as candidaturas sejam competitivas. “É preciso conseguir entrar, competir, vencer e depois permanecer na política”, resumiu Christiany.

Leia Também:  Orçamento e políticas públicas para mulheres são debatidos em audiência na ALMT

A eleição de Samantha e Alessandra ocorre 16 anos depois do pleito que levou duas mulheres simultaneamente à Assembleia. Elas assumem os mandatos em 1º de fevereiro de 2027.

Fonte: ALMT – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA