POLÍCIA
Policiais civis apreendem objetos levados em roubo a borracharia e arma usada no crime
POLÍCIA
A Delegacia da Polícia Civil de Lucas do Rio Verde apreendeu na manhã de quarta-feira (11) diversos objetos levados das vítimas de um roubo, ocorrido na terça-feira, em uma borracharia da cidade. Também foram localizadas a arma e uma motocicleta, usadas durante o roubo.
Durante as diligências no endereço onde foi localizado um dos suspeitos do crime, o rapaz identificado como Robson Santos Silva, de 20 anos, reagiu à abordagem da equipe policial e foi a óbito.
Na terça-feira, a Polícia Civil foi informada sobre a ocorrência de um roubo a uma borracharia no Bairro Industrial, com uso de arma de fogo. Na ocasião, as vítimas foram obrigadas a fazer transferência de valores via Pix e tiveram um aparelho celular roubado.
Em diligências para localizar os suspeitos do roubo, a equipe da Delegacia de Lucas do Rio Verde chegou a um endereço no bairro Tessele Jr., onde foi feita a abordagem a um suspeito que estava local e ele reagiu, apontando uma arma contra os policiais, e foram necessários disparos para neutralizar a ação.
Ao entrar na casa, os policiais encontraram um revólver calibre 38 com o suspeito, além de uma motocicleta, um simulacro de arma de fogo, porção de entorpecente e pertences levados no roubo.
A arma de fogo foi reconhecida pelas vítimas como a mesma usada durante o roubo. A perícia da Politec foi acionada ao local.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA FEDERAL
PF reprime organização criminosa envolvida no descaminho de vinhos argentinos
Curitiba/PR – A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (15/10), a Operação Nerovino, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada pela introdução clandestina, armazenamento, distribuição e comercialização de vinhos de origem argentina em território nacional, sem o devido recolhimento dos tributos federais.
A operação mobilizou mais de 100 policiais federais para o cumprimento de 25 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 23ª Vara Federal de Curitiba, nos municípios de Curitiba, São José dos Pinhais, Pinhais, Fazenda Rio Grande, Ampére, Foz do Iguaçu e Umuarama (PR); Volta Redonda, Campos dos Goytacazes e Niterói (RJ); Goiânia e Rio Verde (GO); Vila Velha e Vitória (ES); Teresina (PI); e Brasília (DF).
Além das buscas, a Justiça Federal determinou o sequestro de imóveis e veículos vinculados aos investigados, como medida destinada a impedir a dissipação de patrimônio supostamente adquirido com recursos provenientes das atividades criminosas.
As investigações identificaram indícios de que bens eram registrados em nome de familiares e terceiros, com o objetivo de ocultar seus verdadeiros proprietários e dificultar a atuação dos órgãos de fiscalização e persecução penal.
A operação contou ainda com o apoio da Receita Federal em um dos alvos investigados, onde havia suspeita da existência de depósito de mercadorias estrangeiras irregularmente introduzidas no país.
As investigações tiveram início em março de 2025, após uma ação policial que resultou na apreensão de aproximadamente 4.200 garrafas de vinho de origem estrangeira, avaliadas em mais de R$ 900 mil, em um depósito localizado na Região Metropolitana de Curitiba.
A partir da análise dos materiais apreendidos, a PF identificou indícios da existência de uma organização criminosa estruturada, com divisão de tarefas e atuação em diferentes regiões do país.
Segundo as investigações, o grupo introduzia irregularmente vinhos argentinos no Brasil, transportá-los até centros de armazenamento na região de Curitiba e, posteriormente, distribuí-los a revendedores situados em diversos estados.
Para conferir aparência de legalidade às operações, os investigados utilizariam empresas de fachada, emissão de documentos fiscais ideologicamente falsos e contas bancárias de terceiros, com o objetivo de dificultar a fiscalização tributária e ocultar os verdadeiros responsáveis pelas atividades comerciais e pela movimentação dos recursos financeiros.
As apurações também identificaram indícios de utilização de familiares e outras pessoas interpostas para movimentação de valores e aquisição de bens, como forma de ocultar patrimônio supostamente adquirido com os lucros da atividade criminosa.
Os investigados poderão responder, conforme a participação individual apurada, pelos crimes de descaminho, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa, sem prejuízo de outras infrações penais eventualmente identificadas no decorrer das investigações.
Comunicação Social da Polícia Federal no Paraná
Contato: (41) 3251-7809 / (41) 98875-1888
E-mail: [email protected]
Fonte: Polícia Federal
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