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POLÍCIA

Polícia Civil prende três pessoas por porte ilegal de arma de fogo e pesca ilegal

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POLÍCIA

Três pessoas foram presas em uma operação de fiscalização realizada pela Polícia Civil, no domingo (06.08), no município de Porto Alegre do Norte, com objetivo de apurar crimes ambientais e de porte ilegal de arma de fogo. Os trabalhos na apreensão de três armas de fogo, munições e de pescado fora da medida.

Durante as fiscalizações, os policiais realizaram a abordagem de uma caminhonete S-10, onde foram encontradas duas armas de fogo, sendo uma pistola calibre 9 mm e uma espingarda calibre 22. Questionado, o suspeito relatou ser CAC (caçador, atirador e competidor) porém não estava em acordo com a guia de trânsito.

No mesmo veículo, foi encontrada uma caixa de isopor no qual continha espécimes de peixe fora da medida legal. Um segundo suspeito que estava no veículo admitiu a propriedade do pescado, sendo os dois ocupantes da caminhonete conduzidos à delegacia, onde foi lavrado o flagrante.

Em mais uma abordagem, realizada na altura do calcário, sentido Ponte do Rio Xavantino, os policiais pararam outra caminhonete S-10, outra caminhonete S-10, onde foi apreendido um revólver calibre 38 e munições próximas à arma.

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O suspeito também não apresentou a guia de transporte de arma e também não carregava as munições em compartimento indicado, sendo conduzido à delegacia onde após ser interrogado pelo delegado Diogo Jobane foi autuado em flagrante.

“Operações como estas que coíbem o porte irregular de arma de fogo são muito importantes para evitar que outros tipos de crimes mais graves se concretizem, como ameças, disparos de arma de fogo e homicídios tentados e consumados”, informou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA FEDERAL

PF reprime organização criminosa envolvida no descaminho de vinhos argentinos

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Curitiba/PR  – A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (15/10), a Operação Nerovino, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada pela introdução clandestina, armazenamento, distribuição e comercialização de vinhos de origem argentina em território nacional, sem o devido recolhimento dos tributos federais.

A operação mobilizou mais de 100 policiais federais para o cumprimento de 25 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 23ª Vara Federal de Curitiba, nos municípios de Curitiba, São José dos Pinhais, Pinhais, Fazenda Rio Grande, Ampére, Foz do Iguaçu e Umuarama (PR); Volta Redonda, Campos dos Goytacazes e Niterói (RJ); Goiânia e Rio Verde (GO); Vila Velha e Vitória (ES); Teresina (PI); e Brasília (DF).

Além das buscas, a Justiça Federal determinou o sequestro de imóveis e veículos vinculados aos investigados, como medida destinada a impedir a dissipação de patrimônio supostamente adquirido com recursos provenientes das atividades criminosas. 

As investigações identificaram indícios de que bens eram registrados em nome de familiares e terceiros, com o objetivo de ocultar seus verdadeiros proprietários e dificultar a atuação dos órgãos de fiscalização e persecução penal.

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A operação contou ainda com o apoio da Receita Federal em um dos alvos investigados, onde havia suspeita da existência de depósito de mercadorias estrangeiras irregularmente introduzidas no país.

As investigações tiveram início em março de 2025, após uma ação policial que resultou na apreensão de aproximadamente 4.200 garrafas de vinho de origem estrangeira, avaliadas em mais de R$ 900 mil, em um depósito localizado na Região Metropolitana de Curitiba.

A partir da análise dos materiais apreendidos, a PF identificou indícios da existência de uma organização criminosa estruturada, com divisão de tarefas e atuação em diferentes regiões do país.

Segundo as investigações, o grupo introduzia irregularmente vinhos argentinos no Brasil, transportá-los até centros de armazenamento na região de Curitiba e, posteriormente, distribuí-los a revendedores situados em diversos estados.

Para conferir aparência de legalidade às operações, os investigados utilizariam empresas de fachada, emissão de documentos fiscais ideologicamente falsos e contas bancárias de terceiros, com o objetivo de dificultar a fiscalização tributária e ocultar os verdadeiros responsáveis pelas atividades comerciais e pela movimentação dos recursos financeiros.

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As apurações também identificaram indícios de utilização de familiares e outras pessoas interpostas para movimentação de valores e aquisição de bens, como forma de ocultar patrimônio supostamente adquirido com os lucros da atividade criminosa.

Os investigados poderão responder, conforme a participação individual apurada, pelos crimes de descaminho, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa, sem prejuízo de outras infrações penais eventualmente identificadas no decorrer das investigações.

Comunicação Social da Polícia Federal no Paraná
Contato: (41) 3251-7809 / (41) 98875-1888
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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