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Corregedoria realizará capacitação de Juízes Leigos

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MATO GROSSO

Com o intuito de compartilhar e atualizar conhecimentos relacionados aos Juizados Especiais do Estado em busca de oferecer melhores serviços à sociedade a Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), por meio do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (DAJE) realizará entre os dias 03 a 14 de junho, capacitação virtual de 78 juízes leigos de todo o Estado.
 
O curso, que conta com o apoio do Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais (CSJE) do Poder Judiciário e será realizado pela Escola dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso, será de 40 horas/aula de atividades desenvolvidas via videoconferência, de segunda a sexta-feira.
 
Segundo a diretora do Daje, Karine Lozich Dias, a capacitação atende às diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “Iremos capacitar os juízes leigos que assumiram agora em junho, além dos juízes leigos que já atuam no Poder Judiciário, mas que não haviam realizado a capacitação. O objetivo é que eles possam ter acesso a mais conhecimento e consequentemente consigam produzir mais”.
 
O conteúdo programático do curso segue as premissas da Resolução nº 174 do CNJ que prevê noções gerais; Direito do Consumidor, Civil, Penal, Administrativo e/ou Constitucional, aplicados nos Juizados Especiais. Ética, Jurisprudência, Técnicas de Conciliação e ainda a parte prática com audiências dos Juizados Especiais e a participação em Debates e Estudos Dirigidos.
 
As aulas serão ministradas pelos juízes: Emerson Luis Pereira Cajango; Cristiane Padim; Antônio Veloso Peleja Júnior; Luis Aparecido Bortolussi Júnior; Cássio Leite de Barros; Érico Duarte; Marcelo Sebastião Prado de Moraes; Gabriela Carina Knaul de Albuquerque e Silva e os servidores: Marcos Girão, Marcela Padovan, Rosivaldo Rodrigues e Deniz Pedrozo de Almeida.
 
Ainda de acordo com Luciana Castrillon da Fonseca Salema, da Gestão de Acompanhamento de Cursos da Escola dos Servidores, as aulas do curso, que serão transmitidas ao vivo via videoconferência, serão gravadas para que elas sejam disponibilizadas via modalidade EaD. “Assim poderemos disponibilizar a capacitação para os próximos juízes leigos credenciados sem necessitar de um número x de juízes para que seja possível realizar o curso. O que facilitará o acesso e ajudará a alcançar melhorias na prestação jurisdicional”, explica.
 
Larissa Klein
Assessor de imprensa CGJ/TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MP MT

Banco do CNMP reúne quatro projetos desenvolvidos pelo MPMT

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Quatro iniciativas desenvolvidas pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) foram selecionadas para integrar o Banco de Boas Práticas da Comissão do Sistema Prisional, Controle Externo da Atividade Policial e Segurança Pública (CSP), do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em 2026. Os projetos foram aprovados pelo Comitê de Avaliação da CSP e estão entre as 46 iniciativas escolhidas em todo o país para compor a plataforma nacional de reconhecimento e disseminação de experiências inovadoras do Ministério Público brasileiro. Ao todo, 82 iniciativas foram avaliadas e 46 foram aprovadas por atenderem aos requisitos de admissibilidade e aos critérios estabelecidos no Edital nº 002/2026/CSP. As propostas selecionadas são oriundas de oito unidades do Ministério Público brasileiro. Entre os projetos do MPMT reconhecidos está o GIPAEL – Olhar Atento, responsável pela implementação do painel Radar de Incidência Criminal. Desenvolvida em parceria com a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), a iniciativa fortalece a transparência e a sistematização de informações sobre mortes decorrentes de intervenção policial, permitindo análises precisas e o monitoramento contínuo de indicadores relacionados à letalidade policial. Também foi selecionado o Núcleo de Apoio aos Acordos de Não Persecução Penal (ANPP), criado para dar suporte aos promotores de Justiça na realização de diligências e procedimentos necessários à formalização de acordos extrajudiciais na área criminal. A iniciativa contribui para o fortalecimento da autocomposição, agilizando procedimentos e ampliando a eficiência da atuação ministerial. Outra prática reconhecida foi o Núcleo de Defesa da Vida, que atua na inclusão efetiva de vítimas e familiares de vítimas de crimes dolosos contra a vida e de latrocínio no Sistema de Garantias. O projeto oferece acolhimento, atendimento jurídico e psicossocial, orientação e encaminhamento à rede de proteção, além de assegurar acesso à informação e participação nos procedimentos relacionados aos casos. Atualmente, a iniciativa conta com nove núcleos em funcionamento em diferentes comarcas do estado. Completa a lista o projeto “Por Elas e Por Nós: Diálogo Masculino pela Não Violência”, desenvolvido pelo Núcleo das Promotorias de Justiça de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Capital, por meio do Espaço Caliandra. A proposta promove palestras em empresas de Cuiabá com o objetivo de conscientizar trabalhadores sobre a prevenção e o enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher, utilizando o ambiente de trabalho como espaço estratégico para a transformação de comportamentos e a promoção de relações mais respeitosas e igualitárias. Instituído pelo CNMP, o Banco de Boas Práticas da CSP é um espaço destinado ao registro, reconhecimento e divulgação de iniciativas inovadoras e criativas desenvolvidas pelos Ministérios Públicos brasileiros nas áreas do sistema prisional, controle externo da atividade policial e segurança pública. Além de valorizar experiências bem-sucedidas, a ferramenta busca incentivar a inovação, promover o compartilhamento de conhecimentos e estimular a replicação de soluções institucionais em diferentes unidades ministeriais.A cerimônia de premiação está prevista para ocorrer em 13 de novembro, durante o Encontro Nacional do Ministério Público no Sistema Prisional, Controle Externo da Atividade Policial e Segurança Pública – Edição 2026.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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