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Foragido da Justiça de Mato Grosso tem prisão cumprido no Pará

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Um homem procurado pela Justiça de Mato Grosso, pelo crime de estupro de vulnerável cometido em Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá), foi preso na cidade de Santana do Araguaia, no Pará, no domingo (09.04).

A ação para cumprimento do mandado integra a Operação “Amón”, e a prisão foi realizada pela Polícia Militar de Santana do Araguaia, em apoio os policiais civis no Núcleo de Inteligência (NI) da Delegacia Regional de Confresa.

O suspeito teve a ordem judicial de prisão preventiva decretada pela 3ª Vara da Comarca de Porto Alegre do Norte, pelo crime de estupro de vulnerável contra uma menina de 9 anos, cometido em fevereiro de 2021.

Conforme apurado, na época dos fatos, o investigado era companheiro da avó da vítima, e aproveitando-se da condição da criança estar na residência situada na zona rural de Confresa, na noite do dia 14 de fevereiro, ele praticou os atos libidinosos.

O crime foi visualizado pelo irmão da menina, que fez a denúncia. Em seguida o suspeito fugiu, e por não possuir residência fixa, não foi localizado.

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Após cumprimento do mandado judicial, o preso foi colocado à disposição da Justiça.

Operação “Ámon” faz referência a palavra de origem grega e quer dizer oculto ou escondido.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação da Polícia Civil desarticula central de golpes virtuais em Várzea Grande

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15.10), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

¿Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande.

¿As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

¿A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

¿Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

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¿Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

¿Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

¿As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

¿Persona Sintética
¿
O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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