CUIABÁ
Search
Close this search box.

MATO GROSSO

Tribunal de Justiça de Mato Grosso lamenta a morte do ministro Paulo de Tarso

Publicado em

MATO GROSSO

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso lamenta a morte do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Paulo de Tarso Sanseverino, aos 63 anos. Ele faleceu no sábado (8 de abril) em um hospital de Porto Alegre em decorrência de um câncer.
 
A presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva, externou seu pesar pela grande perda para a área jurídica. “O ministro era um grande nome e referência para a Justiça brasileira. Neste momento tão difícil o Poder Judiciário de Mato Grosso está consternado e presta solidariedade e pesar aos familiares, amigos e membros da corte do Superior Tribunal de Justiça.”
 
O ministro atuou como jurista, professor e magistrado de carreira do Rio Grande do Sul. Ingressou na carreira da magistratura em 1986 e em 1999 foi promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Foi indicado a ministro do STJ em 2010 em vaga destinada a membros de tribunal estadual.

Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Leia Também:  É falso que tribunal internacional tenha liberado presos por atos de 08/1 e que idosa que rezava por golpistas tenha sido detida
Propaganda

MP MT

Réu é condenado a 40 anos de reclusão por feminicídio

Publicados

em

O Tribunal do Júri de Ribeirão Cascalheira (a 900 km de Cuiabá) condenou, na sexta-feira (2), A.A.F.G. a 40 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo feminicídio de L.S.S. A acusação foi sustentada em plenário pelo promotor de Justiça Bruno Barros Pereira. O julgamento ocorreu com aplicação da Lei nº 14.994/2024, que elevou as penas para o crime de feminicídio.O Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do crime, bem como a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foram aplicadas as causas de aumento relacionadas ao emprego de arma de fogo de uso restrito e ao meio cruel utilizado na execução. Na sentença, o juízo negou ao réu o direito de recorrer em liberdade, manteve a prisão e determinou o início imediato do cumprimento da pena.Para o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, a condenação representa uma resposta firme do Sistema de Justiça a um crime marcado pela violência e pela discriminação de gênero. “Foi um caso emblemático para a região e uma resposta importante para a sociedade diante da gravidade dos fatos”, destacou.Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi motivado pelo inconformismo do acusado com o fim do relacionamento extraconjugal mantido com a vítima. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime ocorreu em um contexto de menosprezo à condição de mulher, permeado por humilhação e sentimento de posse.As investigações apontaram que o réu decidiu matar a vítima horas antes do crime e se dirigiu armado até o local onde ela estava. Antes dos disparos, submeteu a mulher a uma situação degradante. Segundo a acusação, a vítima foi puxada pelos cabelos, obrigada a se ajoelhar e, em seguida, atingida por dois tiros no rosto.Bruno Barros Pereira ressaltou que as provas apresentadas em plenário demonstraram a violência extrema empregada na execução do crime e o desprezo do condenado pela condição feminina. “Os elementos levados ao julgamento evidenciaram a motivação de gênero e a crueldade da conduta, circunstâncias que foram reconhecidas pelos jurados e refletidas na pena aplicada”, afirmou.Processo 1000481-46.2025.8.11.0079.

Leia Também:  Cinco práticas inovadoras do Poder Judiciário de Mato Grosso são selecionadas para o Prêmio Innovare

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA