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Lei garante recursos financeiros às unidades de saúde filantrópicas

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Agora é Lei. Em Mato Grosso, os hospitais filantrópicas passam a receber recursos financeiros diretos do Governo do Estado, e não mais das prefeituras onde as unidades de saúde filantrópicas estão fixadas. O amparado para isso está na lei nº 12.030/22/2023, publicada no Diário Oficial do Estado de Mato Grosso, do dia 23 de março, sancionada pelo governador Mauro Mendes (União Brasil).

Os benefícios alcançados pelos hospitais filantrópicas tiveram como base o projeto de lei nº 55/2023, de autoria do deputado Ondanir Bortolini – Nininho (PSD). Essa proposta foi apresentada no início da atual Legislatura. A medida altera a lei nº 10.709/2018, que dispõe sobre os Fundos estaduais para fomento da Saúde Pública a nível estadual.

As receitas do Fundo Estadual de Saúde (FES/MT) serão transferidas diretamente às entidades filantrópicas, visando complementar a tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) de serviços já prestados e contratados. Os gestores deverão disponibilizar em sítio eletrônico, para fins de transparência, os registros contábeis e os demonstrativos mensais efetuados. ;

Outra alteração pontuada pela lei é sobre a distribuição do percentual às instituições de saúde filantrópicas para despesas de custeio. Agora, ela é proporcional a procedimentos faturados. Antes era de acordo com os critérios de produções. Os gestores têm que comprovar, em até 60 dias, para o FES/MT como e onde os valores foram aplicados. ;

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De acordo com Nininho, a lei é uma conquista da sociedade porque acaba com o trâmite burocrático – não passa mais pelas prefeituras – que retardava o repasse dos valores às instituições que prestam serviços de saúde à população. Segundo o parlamentar, a lei veio para simplificar e fazer com que o dinheiro chegue mais rápido ao cidadão.

“É justo que os recursos para o custeio sejam passados diretamente às entidades filantrópicas. Com o recurso que era encaminhado às prefeituras, se a unidade de saúde tiver algum problema com o município, demorava de 30 a 60 dias para chegar até o seu objetivo final. Isso acabou. Além disso, a lei garante a realização de cirurgias eletivas que estão represadas em Mato Grosso”, disse Nininho. ;

A lei define que é a obrigação de o Estado de Mato Grosso fomentar bens e serviços de alta e média complexidade no Sistema Único de Saúde (SUS), diretamente, com os entes beneficiados como as Secretarias Municipais de Saúde, as entidades filantrópicas e as demais entidades prestadoras de serviços de saúde pública e particulares. ;

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O deputado Thiago Silva, que é coautor da lei, afirmou que no modelo antigo os “pacientes e os servidores das instituições eram penalizados com a demora no repasse e para receber os salários, respectivamente. Enfim, a lei desburocratiza os repasses às filantrópicas e resolve, de uma vez por todas, as transferências que já vem se arrastando há muitos anos. Às vezes, isso acontece, por causa de posicionamento político do prefeito com diretores das unidades de saúde”, disse. ;

Em Mato Grosso, de acordo com a ;Lei nº 11.564 de 11/11/2021, existem 13 unidades de saúde que prestam serviços filantrópicos em nove municípios espalhados pelo estado. Entre eles, ;o ;Hospital de Câncer de Mato Grosso – Cuiabá. O Hospital Santo Antônio – Sinop. O Hospital São Luiz – Cáceres e o Hospital Santa Casa Rondonópolis. ;

O texto original da proposta de autoria do deputado Nininho, durante a tramitação, teve a contribuição dos colegas parlamentares Janaína Riva (MDB), Thiago Silva (MDB), Elizeu Nascimento (PL), Diego Guimarães (Republicanos) e Cláudio Ferreira (PTB).

Fonte: ALMT – MT

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Canais de comunicação da ALMT se consolidam como fontes nas eleições

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Os canais de comunicação da Assembleia Legislativa foram as fontes oficiais da apuração dos votos do primeiro turno, realizado no último domingo, dia 04 de outubro.

TV, rádio, site e redes sociais acompanharam a votação nas ruas e diretamente do Tribunal Regional Eleitoral (TER-MT), levanto as informações em tempo real para todo estado.

Nas redes sociais, o Instagram da Assembleia registrou mais de um 1,4 milhão visualizações orgânicas, alcançando 300 mil contas e 44 mil interações.

A gerente de marketing da Secretaria de Comunicação, Noemia Almeida, explica que o trabalho da equipe começou muito antes e destacou a integração de todas as mídias.

Para Franchesca Bogo, gerente de jornalismo da TV Assembleia, os resultados superaram as expectativas. O canal da TV no Youtube, por exemplo, registrou mais de 38 mil visualizações e 400 interações. Além disso, canais parceiros do interior também fizeram a retransmissão do sinal.

O site também fez uma ampla cobertura. De acordo com a coordenadora Renata Neves, o trabalho teve início meses antes da votação para permitir que a população pudesse compreender todo processo eleitoral, quais as atribuições dos cargos, sem falar sobre o material pós-eleição, com os resultados.

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Na Rádio Assembleia, a cobertura teve início nas primeiras horas do dia, com os repórteres nas ruas acompanhando a votação. Na sequência, a rádio passou a transmitir a da apuração dos votos, totalizando mais quatro horas ininterruptas e com a participação dos comentaristas políticos Alfredo da Motta Menezes e Gabriel Lucas.

Para o secretário de comunicação, Coronel Henrique Santos, o trabalho da Secom demonstra o compromisso do parlamento com a transparência e a prestação de serviços públicos de qualidade.

Fonte: ALMT – MT

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