POLÍCIA
Autores de tentativa de latrocínio em Várzea Grande estão identificados
POLÍCIA
O segundo envolvido na tentativa de latrocínio contra um policial penal, ocorrida na segunda-feira (20.03), foi identificado pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG).
Jefferson Vinícius Arruda dos Santos, 19 anos, possui diversas passagens criminais, sendo a maioria por tráfico de drogas, e teve a participação identificada na tentativa de roubo seguida morte junto ao comparsa Adnen de Souza, conhecido como “Dinon” ou “Dinão”.
Os suspeitos ainda não foram localizados e seguem procurados pela Polícia Civil, que conta com apoio da sociedade por meio de denúncias para prisão dos autores do crime.
Informações do paradeiro dos suspeitos podem ser passadas de forma anônima por meio do número da Polícia Civil 197 e pelo telefone do plantão da Derf-VG (65) 9 9989-9109.
O caso
O crime ocorreu por volta do 12h40 na residência do policial, no bairro Nova Várzea Grande, ocasião em que o filho da vítima foi abordado por dois homens, um deles em posse de uma arma de fogo. Ao perceber que o filho foi rendido pelos criminosos, o policial tentou efetuar disparar contra os suspeitos, porém a arma travou.
Os criminosos efetuaram disparos contra o policial penal que foi atingido na região do tórax e calcanhar direito. A vítima foi socorrida e encaminhada ao Pronto Socorro de Várzea Grande.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA FEDERAL
PF reprime organização criminosa envolvida no descaminho de vinhos argentinos
Curitiba/PR – A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (15/10), a Operação Nerovino, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada pela introdução clandestina, armazenamento, distribuição e comercialização de vinhos de origem argentina em território nacional, sem o devido recolhimento dos tributos federais.
A operação mobilizou mais de 100 policiais federais para o cumprimento de 25 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 23ª Vara Federal de Curitiba, nos municípios de Curitiba, São José dos Pinhais, Pinhais, Fazenda Rio Grande, Ampére, Foz do Iguaçu e Umuarama (PR); Volta Redonda, Campos dos Goytacazes e Niterói (RJ); Goiânia e Rio Verde (GO); Vila Velha e Vitória (ES); Teresina (PI); e Brasília (DF).
Além das buscas, a Justiça Federal determinou o sequestro de imóveis e veículos vinculados aos investigados, como medida destinada a impedir a dissipação de patrimônio supostamente adquirido com recursos provenientes das atividades criminosas.
As investigações identificaram indícios de que bens eram registrados em nome de familiares e terceiros, com o objetivo de ocultar seus verdadeiros proprietários e dificultar a atuação dos órgãos de fiscalização e persecução penal.
A operação contou ainda com o apoio da Receita Federal em um dos alvos investigados, onde havia suspeita da existência de depósito de mercadorias estrangeiras irregularmente introduzidas no país.
As investigações tiveram início em março de 2025, após uma ação policial que resultou na apreensão de aproximadamente 4.200 garrafas de vinho de origem estrangeira, avaliadas em mais de R$ 900 mil, em um depósito localizado na Região Metropolitana de Curitiba.
A partir da análise dos materiais apreendidos, a PF identificou indícios da existência de uma organização criminosa estruturada, com divisão de tarefas e atuação em diferentes regiões do país.
Segundo as investigações, o grupo introduzia irregularmente vinhos argentinos no Brasil, transportá-los até centros de armazenamento na região de Curitiba e, posteriormente, distribuí-los a revendedores situados em diversos estados.
Para conferir aparência de legalidade às operações, os investigados utilizariam empresas de fachada, emissão de documentos fiscais ideologicamente falsos e contas bancárias de terceiros, com o objetivo de dificultar a fiscalização tributária e ocultar os verdadeiros responsáveis pelas atividades comerciais e pela movimentação dos recursos financeiros.
As apurações também identificaram indícios de utilização de familiares e outras pessoas interpostas para movimentação de valores e aquisição de bens, como forma de ocultar patrimônio supostamente adquirido com os lucros da atividade criminosa.
Os investigados poderão responder, conforme a participação individual apurada, pelos crimes de descaminho, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa, sem prejuízo de outras infrações penais eventualmente identificadas no decorrer das investigações.
Comunicação Social da Polícia Federal no Paraná
Contato: (41) 3251-7809 / (41) 98875-1888
E-mail: [email protected]
Fonte: Polícia Federal
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