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Pessoas trans podem fazer troca de nome diretamente nos cartórios

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MATO GROSSO

O Projeto Verde Novo, de arborização e conscientização ambiental do Poder Judiciário de Mato Grosso, realiza uma ação de palestra e plantio no próximo sábado (18 de março), a partir das 7h30, na Nova Acrópole, em Cuiabá.
 
A ação consiste em uma vivência prática pelos alunos da escola de filosofia, de forma a incentivar o voluntariado e promover a arborização urbana.
 
Os próprios alunos dos cursos da Nova Acrópole é que farão o plantio, com o auxílio da equipe do Verde Novo e da Prefeitura de Cuiabá.
 
A Nova Acrópole está localizada na Rua Manoel dos Santos Coimbra, nº 41, bairro Bandeirantes, em Cuiabá.
 
#ParaTodosVerem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição da imagem: arte gráfica digital feita em cima de uma foto em que um homem está amarrando uma planta a um talo para que ela fique em pé. Ele está agachado em um gramado, veste blusa verde e boné vermelho com a logo da Nova Acrópole. Acompanha a imagem o texto: ação de voluntariado plantio de mudas dia 18/03 sábado das 7:30 às 08:30 palestra: A importância da arborização urbana das 9:00 às 11:30 plantio de mudas vivência prática. Assinam a peça os logos da Nova Acrópole, Verde Novo, Prefeitura de Cuiabá e Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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MP MT

MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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