POLÍCIA
Procurado pela Polícia Civil por tortura e ocultação de cadáver é preso em residência com R$ 6 mil e drogas
POLÍCIA
Um criminoso procurado pela Polícia Civil foi preso nesta quinta-feira (02.02), em Alto Araguaia, em uma casa onde foram apreendidos mais de R$ 6 mil. Ihan Kelvin, de 24 anos, responde pelos crimes de tortura, cárcere privado e ocultação de cadáver.
Ele foi localizado em uma residência usada como uma espécie de ‘cofre’, por traficantes, para guardar valores arrecadados com a venda de entorpecentes.
Equipes da Delegacia de Alto Araguaia seguiram ao bairro Gabiroba para apurar uma denúncia anônima que apontava um possível local onde ocorria a venda de drogas. Na casa, os policiais civis confirmaram a denúncia e veriricaram que uma das pessoas presentes no local era o foragido Ihan Kelvin, conhecido como ‘Máscara’,investigado pela prática dos crimes de tortura, cárcere privado e ocultação de cadáver.
Além do foragido, também estava na residência uma mulher, de 20 anos. Foram apreendidos mais de R$ 6 mil e drogas. Também foi encontrado na casa material de propaganda política de um candidato a deputado federal nas últimas eleições.
A mulher e o foragido foram conduzidos à Delegacia de Alto Araguaia e autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, além do cumprimento do mandado contra Ihan. Os dois serão encaminhados para audiência de custódia e colocados à disposição do Poder Judiciário.
As investigações continuarão no sentido de verificar eventuais crimes associados ao material político encontrado no local e possível participação de outras pessoas.
Fonte: PJC MT
POLÍCIA FEDERAL
PF investiga fraudes em contratos de transporte escolar no Rio de Janeiro
Rio de Janeiro/RJ. Nesta quinta-feira (17/9), a Polícia Federal deflagrou a Operação Faixa Amarela, com o objetivo de apurar a possível atuação de organização criminosa em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos, peculato e lavagem de dinheiro relacionados à gestão municipal de Duque de Caxias/RJ.
A ação cumpre 12 mandados de busca e apreensão, em endereços localizados na capital fluminense e em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
A investigação teve início a partir de elementos informativos coletados após análise de aparelho celular apreendido na Operação Anáfora. As possíveis fraudes iniciaram-se em 2020 e foram sucessivamente renovadas, gerando contratos milionários. Somente nos três primeiros anos a quantia superou R$ 62 milhões.
A investigação aponta para a possível atuação coordenada entre empresários, funcionários públicos e terceiros, com indícios de superfaturamento de licitações, desvio de recursos públicos e movimentações financeiras para pagamento de vantagens indevidas, além da ocultação da origem ilícita dos valores obtidos com as fraudes perpetradas.
Os fatos apurados podem caracterizar, em tese, os crimes de organização criminosa, fraude à licitação, peculato e lavagem de dinheiro.
Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404
Fonte: Polícia Federal
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