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POLÍCIA

Polícia Civil liberta mulher mantida em cárcere privado por ex-companheiro, em despensa de residência

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POLÍCIA


Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT

A Delegacia da Polícia Civil em Paranatinga recebeu nesta segunda-feira (21) a denúncia de que uma mulher, de 39 anos, estaria sendo vítima de crime de violência doméstica.

Os policiais civis se dirigiram até a residência, no bairro Vila Nova, e verificaram que a vítima era mantida em cárcere privado há três dias e sofreu diversas agressões físicas, foi torturada, ameaçada e estava sem se alimentar. Quando a equipe de investigação da delegacia  chegou ao local, o suspeito fugiu da casa. Os investigadores realizaram buscas, mas ainda não o localizaram.  

A mulher foi encaminhada ao pronto-socorro municipal, pois estava bastante debilitada, com ferimentos e escoriações pelo corpo. Após o atendimento ambulatorial, ela foi ouvida na delegacia e prestou esclarecimentos sobre a tortura sofrida nas últimas 72 horas.

O suspeito, de 23 anos, mantinha a mulher encarcerada na despensa da casa, um local pequeno e apertado, onde ela sequer podia caminhar e não podia fazer as necessidades fisiológicas. Ele é usuário de drogas e tem comportamento agressivo, com diversas passagens criminais pelo crime de furto e outros delitos.

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A vítima contou ainda que mesmo diante da negativa em continuar com o suspeito, ele a pegou à força da casa de sua mãe a manteve em cárcere privado, além de agredi-la com uma faca, um pedaço de madeira e socos e chutes, e ameaça-la para não dizer nada à família sobre as agressões. Anterior a essa última sessão de agressões, o suspeito amarrou pés e mãos da vítima com um cadarço de tênis e lhe enforcou com um fio de energia.

O delegado Hugo Abdon de Lima ouviu a vítima e ainda nesta segunda-feira encaminhou representação à Justiça pela prisão preventiva do suspeito e a medida protetiva de urgência em favor da mulher.

Fonte: PJC MT

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POLÍCIA FEDERAL

PF apreende pistolas em investigação sobre fraudes na aquisição e no registro de armas de fogo no RJ

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Niterói/RJ. Na tarde desta quarta-feira (14/10), a Polícia Federal apreendeu quatro pistolas de calibre .38 durante novas diligências da Operação Polaridade, que apura um esquema de fraudes em processos administrativos relacionados à aquisição e ao registro de armas de fogo destinadas a Colecionadores, Atiradores Desportivos e Caçadores (CACs), no sistema Sinarm-CAC. As ações ocorreram em duas lojas situadas, respectivamente, nos municípios de Magé/RJ e Duque de Caxias/RJ.

Os estabelecimentos onde as armas foram localizadas são autorizados e credenciados, mas teriam adquirido o material por meio do uso de documentos falsos apresentados à Polícia Federal. De acordo com as apurações, os armamentos já estavam pagos e aguardavam a emissão do Certificado de Registro de Arma de Fogo (CRAF) para retirada pelos adquirentes.

Na primeira fase da operação, deflagrada em 4/9, foram cumpridos 20 mandados de prisão e 26 mandados de busca e apreensão em diversos municípios do estado do Rio de Janeiro, além da cidade de Vila Velha/ES.

Com as apreensões realizadas nesta quarta-feira, já foram apreendidos, ao todo, dez fuzis e 13 pistolas no âmbito das diligências realizadas após a deflagração da Operação Polaridade.

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As investigações prosseguem com o objetivo de esclarecer as circunstâncias e identificar eventuais outros envolvidos.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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