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Moana receberá espaço temático no Walt Disney World

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Journey of Water tem previsão de ficar pronta até o final de 2023
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Journey of Water tem previsão de ficar pronta até o final de 2023

Uma experiência ao ar livre, onde os visitantes poderão interagir com águas “mágicas e cheias de personalidade”. Assim será Journey of Water, a futura atração do Walt Disney World, na Flórida , inspirada na animação “Moana”. O espaço ficará no World Nature, uma das áreas temáticas do projeto de renovação do parque Epcot, que está em curso e deve ser concluído até o final de 2023.

A nova área temática faz parte da maior reformulação pela qual o Epcot já passou desde sua abertura. Entre as principais novidades estão o simulador Remy’s Ratatouille Adventure, que abriu em outubro de 2021, no início das comemorações pelos 50 anos Walt Disney World , e a montanha-russa Guardians of the Galaxy: Cosmic Rewind, a primeira do Epcot, com inauguração prevista para 27 de maio de 2022.

Novas imagens do projeto da atração foram divulgadas na última sexta-feira. Nelas se pode ter a ideia não apenas do tamanho, mas da proposta da nova área temática. Ao contrário do que normalmente acontece, Journey of Water Inspired by Moana (seu nome completo) não será um brinquedo, um simulador ou um carrinho sobre trilhos, e sim uma trilha de exploração ao ar livre. Nessa espécie de labirinto aquático, os visitantes poderão interagir com o cenário, inclusive com as fontes de água com coreografia e efeitos de luz. A ideia é que as águas tenham “vida própria”, como no desenho animado da princesa polinésia, que chegou às telas em 2016.

Moana não estará sozinha no World Nature. A área contará ainda com dois pavilhões com proposta educativa, como no projeto original do parque. Um deles, batizado como The Land, será dedicado às belezas e à história do planeta Terra, e exibirá um novo filme, “Awesome Planet”. A produção terá apenas dez minutos, mas promete emocionar com seus efeitos visuais e trilha sonora composta pelo vencedor do Oscar Steven Price. O outro pavilhão será The Seas with Nemo & Friends, e, como o nome indica, contará com os personagens dos filmes “Procurando Nemo” e “Procurando Dory” para ensinar sobre os mares e oceanos.

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Fonte: IG Turismo

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Turismo de nascimento garante benefícios de outros países a bebês

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Turismo de nascimento: o planejamento para dar à luz em outro país
Vlada Karpobich/Pexels

Turismo de nascimento: o planejamento para dar à luz em outro país

O turismo de nascimento, também popularizado pelo termo turismo de parto, consiste em um planejamento feito por casais grávidos que estão em busca de ter filhos em outros países. O intuito dessa prática é garantir que a criança tenha benefícios e, principalmente, a dupla cidadania facilitada na nação escolhida para se dar à luz. Apesar de tentadora, a realização do turismo de nascimento requer muito tempo de planejamento e é extremamente burocrática.

Mais do que pesquisar os locais possíveis ou como o bebê pode se beneficiar em cada localidade, é preciso levar em conta quesitos mais complexos. Regras de companhias de viagem, documentação em dia e despesas hospitalares e de estadia providenciadas são algumas das preocupações que devem ser consideradas.

Daniel Toledo, advogado especializado em direito internacional, explica que o turismo de nascimento é comum e é considerado legal em diversos países, desde que não exista fraude nas informações prestadas aos agentes da fronteira. “Ao decidir, é necessário conversar com um advogado especializado para entender quais países permitem a cidadania baseada no simples fato do nascimento ou se há outros requisitos”, afirma.

Onde fazer turismo de nascimento

De acordo com levantamentos recentes, existem cerca de 36 países que permitem a realização do turismo de nascimento – entre eles estão o Brasil, Argentina, México, Cuba, Panamá, Jamaica, Paquistão, Fiji, Canadá e Estados Unidos. Este último, Toledo afirma, é o campeão de buscas das pessoas interessadas em dar à luz em solo internacional.

Os países da União Europeia restringem essa atividade turística ao não garantirem cidadania automática de crianças estrangeiras, por mais que nasçam em seus territórios. Nesses casos, é levado em consideração se a criança tem ascendentes ou pais que sejam cidadãos daquele país.

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Diversos países também concedem a dupla cidadania apenas a bebês com ao menos um dos responsáveis com residência legal; sendo ainda necessário cumprir um tempo mínimo de estadia em algumas dessas nações. São os casos, por exemplo, da Índia, Nova Zelândia, Marrocos, Israel, Austrália, Hong Kong e África do Sul.

Os benefícios do turismo de nascimento

Ao nascer em outro país de maneira voluntária – ou seja, não envolvendo situações de refúgio, por exemplo –, o advogado explica que as crianças passam a ter todos os direitos civis e políticos daquela nação, algo que é visto como um investimento a longo prazo na vida daquela criança.

Essa configuração de nascimento é definida como jus solis; ou seja, é caracterizada como uma pessoa que tem direito à nacionalidade do lugar onde nasceu sem necessariamente excluir a nacionalidade do país de origem. O Brasil, por exemplo, considera todos os filhos de brasileiros como brasileiros, independentemente do país onde nasceram.

Além da dupla cidadania e do direito de ir e vir, alguns países podem oferecer ingresso em instituições educacionais (atrativo principalmente pelo ensino superior) e abrigo político; além de possibilitar, por exemplo, um afastamento do alistamento militar brasleiro, no caso dos homens. Também existem países que facilitam a entrada no mercado de trabalho, aumentando as chances daquele indivíduo se consolidar economicamente no exterior.

Quais documentos devem ser organizados?

Toledo afirma que, para conseguir realizar o turismo de nascimento, os responsáveis precisam realizar muito planejamento. O primeiro passo é ter os documentos regularizados, incluindo vistos e autorizações que permitam que aquele viajante fique em um determinado país em um longo período de tempo.

É necessário levar em conta que é uma política padrão de companhias aéreas que pessoas grávidas que estão a ponto de dar à luz sejam impedidas de viajar de avião, ao menos em casos de extrema urgência. Por esse motivo, o indicado é que a pessoa se estabeleça no país alguns meses antes do fim da gestação.

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O advogado chama atenção para a necessidade de providenciar o contato com médicos e hospitais do destino de interesse para que, assim, as reservas sejam realizadas. Para isso, é indicado que os turistas tenham um plano de saúde internacional. A maior parte dos seguros de viagem só cobrem até a 28ª ou a 34ª semana de gestação; ou seja, sem plano de saúde, os responsáveis devem arcar com todos os custos.

Por fim, Toledo alerta que os responsáveis não podem se esquecer que aquela criança recém-nascida também precisa ter documentos regularizados para poder retornar ao Brasil. Isso significa que a criança recém-nascida também precisa tirar um passaporte. Os turistas devem levar em consideração o tempo estimado para que o documento fique pronto, já que precisarão aguardar a finalização do processo burocrático.

Como o turismo de nascimento é visto pelos países?

Por mais que seja uma prática legalizada em diversas nações, a maior parte dos países vê o turismo de nascimento com preocupação e até mesmo reprovação, principalmente nos países considerados desenvolvidos. Em alguns, o banimento desse tipo de ação chegou a se tornar parte da agenda eleitoral.

Outras determinações promovidas para diminuir a realização do turismo de nascimento são a não cobertura no sistema público de saúde (nos países que o tem), altos preços na realização de parto para pessoas estrangeiras, multas ou a proibição de vistos e documentações de permanência turística a pessoas com um período de gestação avançado.

Além de questões econômicas, Toledo afirma que a preocupação está relacionada ao não cumprimento de deveres daquela criança com a nação onde nasceu. Isso porque, além dos benefícios, aquele indivíduo, em tese, precisa cumprir com as demandas implicadas naquela nacionalidade – como o alistamento militar ou mesmo o pagamento de tributos, por exemplo.

“Um passaporte concede em razão do livre trânsito e residência, mas os responsáveis se esquecem das questões de pagamento de impostos e responsabilidades com o país”, aponta Toledo sobre o turismo de nascimento.

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Fonte: IG Turismo

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