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Hotel em Gramado é eleito o 2º melhor do mundo em ranking global

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Hotel Colline de France, em Gramado, eleito o segundo melhor do mundo pelo ranking anual do TripAdvisor
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Hotel Colline de France, em Gramado, eleito o segundo melhor do mundo pelo ranking anual do TripAdvisor

O segundo melhor hotel do mundo fica no Brasil,  mais precisamente na Serra Gaúcha. É o que diz a premiação “Travellers’ Choice 2022 – Best of The Best”, do site TripAdvisor, que colocou o cinco estrelas Colline de France, de Gramado , em segundo lugar na lista, atrás apenas do Tulemar Bungalows & Villas, da Costa Rica. Ele também ficou em primeiro lugar nas categorias de melhores hotéis do Brasil e da América do Sul.

O ranking da premiação é elaborado a partir das avaliações dos usuários do TripAdvisor. O reconhecimento dos próprios viajantes ao Colline de France não é de hoje. Em 2021, o hotel já havia sido escolhido o melhor do mundo e da América do Sul pela mesma premiação.

A inspiração francesa do hotel vai além do nome. Está também na gastronomia, na decoração e até em detalhes do serviço, que pretende ser ” um pedacinho da França no Rio Grande do Sul “. São 34 apartamentos, todos com calefação individual, isolamento termoacústico, móveis esculpidos à mão, roupas de cama de algodão egípcio 300 fios da Trussardi/Trousseau e amenities da L’Ocittane Au Brasil.

Veja a lista completa dos 10 melhores hotéis do mundo, de acordo com a “Travellers’ Choice 2022”:

  1. Tulemar Bungalows & Villas (Manuel Antonio, Costa Rica)
  2. Hotel Colline de France (Gramado, Brasil)
  3. Ikos Aria (Kefalos, Ilha de Kos, Grécia)
  4. Romance Istanbul Hotel (Istambul, Turquia)
  5. THE OMNIA (Zermatt, Suíça)
  6. Kayakapi Premium Caves (Urgup, Capadócia, Turquia)
  7. Six Senses Laamu (Ilha Olhuveli, Maldivas)
  8. Hamanasi Adventure and Dive Resort (Hopkins, Belize)
  9. Padma Resort Ubud (Payangan, Indonésia)
  10. BLESS Hotel Madrid (Madri, Espanha)
Fonte: IG Turismo

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Turismo

Turismo de nascimento garante benefícios de outros países a bebês

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Turismo de nascimento: o planejamento para dar à luz em outro país
Vlada Karpobich/Pexels

Turismo de nascimento: o planejamento para dar à luz em outro país

O turismo de nascimento, também popularizado pelo termo turismo de parto, consiste em um planejamento feito por casais grávidos que estão em busca de ter filhos em outros países. O intuito dessa prática é garantir que a criança tenha benefícios e, principalmente, a dupla cidadania facilitada na nação escolhida para se dar à luz. Apesar de tentadora, a realização do turismo de nascimento requer muito tempo de planejamento e é extremamente burocrática.

Mais do que pesquisar os locais possíveis ou como o bebê pode se beneficiar em cada localidade, é preciso levar em conta quesitos mais complexos. Regras de companhias de viagem, documentação em dia e despesas hospitalares e de estadia providenciadas são algumas das preocupações que devem ser consideradas.

Daniel Toledo, advogado especializado em direito internacional, explica que o turismo de nascimento é comum e é considerado legal em diversos países, desde que não exista fraude nas informações prestadas aos agentes da fronteira. “Ao decidir, é necessário conversar com um advogado especializado para entender quais países permitem a cidadania baseada no simples fato do nascimento ou se há outros requisitos”, afirma.

Onde fazer turismo de nascimento

De acordo com levantamentos recentes, existem cerca de 36 países que permitem a realização do turismo de nascimento – entre eles estão o Brasil, Argentina, México, Cuba, Panamá, Jamaica, Paquistão, Fiji, Canadá e Estados Unidos. Este último, Toledo afirma, é o campeão de buscas das pessoas interessadas em dar à luz em solo internacional.

Os países da União Europeia restringem essa atividade turística ao não garantirem cidadania automática de crianças estrangeiras, por mais que nasçam em seus territórios. Nesses casos, é levado em consideração se a criança tem ascendentes ou pais que sejam cidadãos daquele país.

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Diversos países também concedem a dupla cidadania apenas a bebês com ao menos um dos responsáveis com residência legal; sendo ainda necessário cumprir um tempo mínimo de estadia em algumas dessas nações. São os casos, por exemplo, da Índia, Nova Zelândia, Marrocos, Israel, Austrália, Hong Kong e África do Sul.

Os benefícios do turismo de nascimento

Ao nascer em outro país de maneira voluntária – ou seja, não envolvendo situações de refúgio, por exemplo –, o advogado explica que as crianças passam a ter todos os direitos civis e políticos daquela nação, algo que é visto como um investimento a longo prazo na vida daquela criança.

Essa configuração de nascimento é definida como jus solis; ou seja, é caracterizada como uma pessoa que tem direito à nacionalidade do lugar onde nasceu sem necessariamente excluir a nacionalidade do país de origem. O Brasil, por exemplo, considera todos os filhos de brasileiros como brasileiros, independentemente do país onde nasceram.

Além da dupla cidadania e do direito de ir e vir, alguns países podem oferecer ingresso em instituições educacionais (atrativo principalmente pelo ensino superior) e abrigo político; além de possibilitar, por exemplo, um afastamento do alistamento militar brasleiro, no caso dos homens. Também existem países que facilitam a entrada no mercado de trabalho, aumentando as chances daquele indivíduo se consolidar economicamente no exterior.

Quais documentos devem ser organizados?

Toledo afirma que, para conseguir realizar o turismo de nascimento, os responsáveis precisam realizar muito planejamento. O primeiro passo é ter os documentos regularizados, incluindo vistos e autorizações que permitam que aquele viajante fique em um determinado país em um longo período de tempo.

É necessário levar em conta que é uma política padrão de companhias aéreas que pessoas grávidas que estão a ponto de dar à luz sejam impedidas de viajar de avião, ao menos em casos de extrema urgência. Por esse motivo, o indicado é que a pessoa se estabeleça no país alguns meses antes do fim da gestação.

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O advogado chama atenção para a necessidade de providenciar o contato com médicos e hospitais do destino de interesse para que, assim, as reservas sejam realizadas. Para isso, é indicado que os turistas tenham um plano de saúde internacional. A maior parte dos seguros de viagem só cobrem até a 28ª ou a 34ª semana de gestação; ou seja, sem plano de saúde, os responsáveis devem arcar com todos os custos.

Por fim, Toledo alerta que os responsáveis não podem se esquecer que aquela criança recém-nascida também precisa ter documentos regularizados para poder retornar ao Brasil. Isso significa que a criança recém-nascida também precisa tirar um passaporte. Os turistas devem levar em consideração o tempo estimado para que o documento fique pronto, já que precisarão aguardar a finalização do processo burocrático.

Como o turismo de nascimento é visto pelos países?

Por mais que seja uma prática legalizada em diversas nações, a maior parte dos países vê o turismo de nascimento com preocupação e até mesmo reprovação, principalmente nos países considerados desenvolvidos. Em alguns, o banimento desse tipo de ação chegou a se tornar parte da agenda eleitoral.

Outras determinações promovidas para diminuir a realização do turismo de nascimento são a não cobertura no sistema público de saúde (nos países que o tem), altos preços na realização de parto para pessoas estrangeiras, multas ou a proibição de vistos e documentações de permanência turística a pessoas com um período de gestação avançado.

Além de questões econômicas, Toledo afirma que a preocupação está relacionada ao não cumprimento de deveres daquela criança com a nação onde nasceu. Isso porque, além dos benefícios, aquele indivíduo, em tese, precisa cumprir com as demandas implicadas naquela nacionalidade – como o alistamento militar ou mesmo o pagamento de tributos, por exemplo.

“Um passaporte concede em razão do livre trânsito e residência, mas os responsáveis se esquecem das questões de pagamento de impostos e responsabilidades com o país”, aponta Toledo sobre o turismo de nascimento.

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Fonte: IG Turismo

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