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Casos de SRAG continuam crescendo entre adultos, diz Fiocruz

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O boletim Infogripe divulgado hoje (12) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra indícios de crescimento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda (SRAG) entre a população adulta em diversos estados do Brasil. Os dados mostram que a covid-19 é a principal causa do aumento.

O informativo refere-se ao período de 1º a 7 de maio e tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 9 deste mês.

O novo boletim mostra que continua a tendência de aumento de casos apontada no último relatório, divulgado na semana passada. A estimativa é de 5 mil casos, em média, na primeira semana de maio, número superior aos 4,7 mil casos da última semana de abril.

Segundo o boletim, no geral, a maior parte dos casos, o que corresponde a 41,2% dos vírus testados, é de vírus sincicial respiratório (VSR), que está fundamentalmente restrito a crianças pequenas. Entre os adultos, predomina o Sars-CoV-2, causador da covid-19, que corresponde a 37% do total de casos.

O estudo mostra que 17 das 27 unidades federativas apresentam sinal de crescimento nos casos de SRAG na tendência de longo prazo, ou seja, considerando as últimas seis semanas: Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Rio grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins.

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Em Minas Gerais, há sinal de crescimento apenas na tendência de curto prazo, ou seja, considerando os últimos três meses.

O Infogripe mostra ainda que entre as mortes, a causa que prevalece é a covid-19 (81,6% dos casos); em seguida, o VSR (8,5%), a Influenza A (2,8%) e a Influenza B (0,7%).

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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Sala de situação vai monitorar varíola dos macacos no país

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O Ministério da Saúde criou uma sala de situação para monitorar o cenário da varíola dos macacos – vírus Monkeypox – no Brasil. A medida, anunciada pela pasta na noite desta segunda-feira (23), tem como objetivo elaborar um plano de ação para o rastreamento de casos suspeitos e na definição do diagnóstico clínico e laboratorial para a doença.

“Até o momento, não há notificação de casos suspeitos da doença no país. A pasta encaminhou aos estados um comunicado de risco sobre a patologia, com orientações aos profissionais de saúde e informações disponíveis até o momento sobre a doença”, informou o Ministério da Saúde, em nota.

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A vigilância de doenças com potencial para emergência em saúde pública é monitorada pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs Nacional), que atua de forma permanente, detectando informações 24 horas por dia.

A varíola dos macacos é uma doença viral endêmica no continente Africano, com transmissibilidade moderada entre humanos. 

No último sábado, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações constituiu, em caráter consultivo, uma Câmara Técnica Temporária de pesquisa chamada Câmara Pox MCTI, para acompanhar os desdobramentos científicos sobre o vírus Monkeypox, conhecido como varíola dos macacos. 

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A medida de vigilância científica com consulta a especialistas é necessária, segundo o órgão, diante de casos de infecção registrados em países como Portugal, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos, em maio deste ano.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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