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POLITÍCA NACIONAL

Plenário da Câmara inicia sessão para concluir votação da PEC das Prerrogativas; acompanhe

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A Câmara dos Deputados iniciou a sessão deliberativa desta quarta-feira (17) para concluir a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/21, que prevê autorização da Câmara dos Deputados ou do Senado para que o Supremo Tribunal Federal (STF) possa processar parlamentares.

O texto principal da chamada PEC das Prerrogativas foi aprovado ontem. Falta analisar dois destaques. Um deles determina o voto aberto para manter eventual prisão de deputado ou senador em flagrante por crime inafiançável.

Atualmente, os integrantes do Congresso Nacional são julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nos casos que envolvem o mandato e a função política, sem necessidade de autorização prévia.

Hoje, pela Constituição, deputados e senadores não poderão ser presos desde a expedição do diploma, salvo em flagrante de crime inafiançável (tortura, tráfico, racismo, crimes hediondos e crimes contra o Estado Democrático de Direito). Nesse caso, os autos atualmente devem ser remetidos dentro de 24 horas à Casa respectiva, para que, pelo voto da maioria, resolva sobre a prisão.

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A PEC das Prerrogativas altera a regra atual para determinar que os congressistas não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável, nem processados criminalmente sem a autorização da Câmara ou do Senado. No caso da prisão em flagrante de crime inafiançável, também será necessária uma autorização.

Mais informações a seguir

Reportagem – Ralph Machado
Edição – Wilson Silveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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Especialista defende suspensão de licenciamento para exploração de terras raras em Minas Gerais

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O presidente da Aliança em Prol da Área de Preservação Ambiental da Pedra Branca, Daniel Tygel, reivindicou a suspensão do licenciamento para a exploração mineral do planalto vulcânico do sul de Minas Gerais. Ele participou de seminário sobre a exploração de terras raras promovido pela Frente Parlamentar em Defesa da Soberania Nacional, na Câmara dos Deputados (9/6).

Daniel disse que a região, forte em turismo e em agricultura, está ameaçada no momento por duas empresas australianas que pretendem adotar um modelo de exploração “agressivo” para a retirada do carbonato de terras raras. Segundo ele, o modelo é baseado em um ataque químico que levanta material radioativo e consome muita água.

O especialista afirmou que os países que estão vindo explorar terras raras no Brasil querem ficar apenas com o refino do material.

“Austrália, Canadá, Estados Unidos não querem minerar. Eles querem que o Brasil minere e fique com o passivo ambiental. Eles querem desenvolver o refino. Por quê? Dificuldade no licenciamento ambiental lá. Aqui no Brasil, por outro lado, o licenciamento tem sido feito a toque de caixa.”

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Daniel também criticou o sigilo dos processos de autorização de exploração junto à Agência Nacional de Mineração. Ele sugeriu que o Projeto de Lei 2780/24, sobre a política de minerais críticos (em análise no Senado), seja aperfeiçoado para fortalecer a questão da soberania nacional e aumentar a participação da sociedade nas decisões.

O deputado Pedro Uczai (PT-SC) defendeu o Projeto de Lei 1754/26, que cria a TerraBras, uma estatal que controlaria a exploração de terras raras com o objetivo de desenvolver a sua industrialização. Ele é um dos autores da proposta.

“Há 30 anos, a China não conseguia competir com Estados Unidos e Europa em praticamente nenhum setor. Hoje, lidera grande parte das áreas tecnológicas do mundo. Isso é resultado de decisão política”, disse o deputado.

Segundo o presidente da Rede pela Soberania, Sylvio Costa, a China tem o controle estatal de produtos baseados em minerais críticos. Já os Estados Unidos, Japão e Austrália fazem parcerias com a iniciativa privada, mas o Estado exerce sua autoridade sobre a atividade.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Geórgia Moraes

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Fonte: Câmara dos Deputados

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