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Palmeiras supera ituano em casa e avança à semi do paulista
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O Palmeiras recebeu a equipe do Ituano na noite desta quarta-feira (23), no Allianz Parque, pelas quartas de final do Campeonato Paulista, e derrotou seu adversário pelo placar de 2 a 0: gols de Raphael Veiga, de pênalti, logo no primeiro minuto de jogo, e de Rony, aos 9 da etapa final. Com isso, o Alviverde alcançou a etapa semifinal do Paulista pelo nono ano seguido.
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Agora o Verdão aguarda os jogos restantes das quartas de final para conhecer seu adversário na próxima fase eliminatória (será o dono da quarta melhor campanha do torneio após o fechamento das quartas – neste caso, podendo ser o Bragantino ou o Guarani, caso este elimine o Corinthians na quinta-feira).
Campeão da edição de 2020, sobre o Corinthians, e vice na edição passada, o Palmeiras, desde 2014, chegou – no mínimo – nas semifinais da competição estadual. Em 2014, duelou a semi com o Ituano (campeão daquela edição); em 2015, chegou à final e enfrentou o Santos (foi vice nos pênaltis); em 2016, enfrentou novamente o Santos, mas desta vez na semifinal e saiu nos pênaltis; em 2017, encarou a Ponte Preta na semifinal; em 2018, foi finalista e enfrentou o Corinthians; e em 2019 se despediu na semifinal contra o São Paulo, nos penais.
Vale lembrar que a campanha do Palmeiras até aqui vem sendo irretocável neste Estadual. Após fechar a 12ª e última rodada da fase de grupos com empate contra o Bragantino, fora de casa (1 a 1), o Palmeiras somou 30 pontos e encerrou sua participação nesta etapa do certame como o novo recordista em número de pontos alcançados por um time na primeira fase do Paulista desde que possui este formato (2017 em diante). Até então, a pontuação máxima de uma equipe na fase preliminar havia sido de 27.
Além da melhor campanha em pontos (30), o Maior Campeão do Brasil encerrou a primeira fase do Paulista 2022 como detentor de outros recordes: detém o maior número de vitórias (nove), a defesa menos vazada (três gols sofridos) e o melhor saldo de gols da competição (14).
Aliás, o fato de ter consumado a melhor defesa da fase de grupos na edição de 2022 (três gols sofridos) fez com que o Palmeiras atingisse este feito em cinco das últimas seis edições, pois, desde 2017, apenas em 2021 o Verdão não encerrou a primeira fase como dono da melhor defesa considerando os 12 primeiros jogos da fase de grupos, na qual todas as equipes possuem o mesmo número de partidas.
E não é só no Paulistão. Na temporada, de forma geral, o Maior Campeão do Brasil está invicto: 11 vitórias e quatro empates – as partidas da Copa do Mundo de Clubes da FIFA 2021 não entram na conta, pois eram referentes à temporada passada. Nos últimos 22 jogos, houve apenas uma derrota, além de 15 vitórias e seis empates.
Contra o Ituano, especificamente, o Verdão chegou a sua quarta vitória seguida pela primeira vez desde 2006 (na ocasião, entre 1998 e 2006, o Palmeiras venceu cinco seguidas contra o Rubro-Negro). Aquelas cinco vitórias, inclusive, são o recorde de triunfos seguidos do confronto, ao lado de outra série imposta pelo Alviverde entre 1992 e 1994 (já o máximo de vezes que o Ituano superou o Maior Campeão do Brasil de forma seguida foram duas vitórias, em duas ocasiões: 1985 a 1990 e 2006 a 2007).
Na casa do Palmeiras, independentemente do formato que o atual Allianz Parque (inaugurado em 2014) já possuiu outrora, esta foi a décima vez que o Verdão recebeu o Ituano e está invicto! Nos dez duelos, foram nove vitórias e um empate (marcou 20 gols e sofreu apenas oito no local).
Destes dez jogos disputados, oito foram no antigo formato “Jardim Suspenso”, enquanto apenas dois foram disputados na atual configuração que a arena possui (o desta noite e um outro, pelo Paulista de 2019, vitória do Verdão por 3 a 2). Todos os jogos em que o Palmeiras recebeu o Ituano em seu estádio foram válidos pelo Estadual.
De quebra, o Palmeiras reforçou os números avassaladores que vem acumulando em sua casa na temporada 2022, que já são os melhores em termos de aproveitamento: 100%. O Verdão venceu os oito jogos que disputou na arena neste ano, marcou 13 gols e sofreu apenas um!
O segundo melhor aproveitamento de pontos em uma temporada na arena é de 74%, em 2017 (20 vitórias e cinco empates em 29 jogos); já o segundo melhor percentual de vitórias pertence às temporadas de 2017 e de 2019, empatadas (69% – 2017 registrou 20 triunfos dos 29 disputados e 2019, 18 vitórias de 26 jogos).
Já a segunda menor média de gols sofridos é de 0,46 gol sofrido por jogo, em 2019 (12 gols sofridos nas 26 partidas que disputou) – a média atual é de 0,12 (um gol sofrido em oito partidas). E, por fim, a segunda menor quantidade de gols sofridos pelo Palmeiras na arena, em números absolutos em uma mesma temporada, foi de três bolas na rede, em 2014 (entretanto, o Verdão disputou apenas duas partidas naquele ano na arena, que aliás, foi a temporada inaugural do novo Allianz Parque).
Individualmente, destaque para Dudu, que chegou à sua vitória de número 200 pelo Verdão. Marca só atingida por outros 23 nomes em 107 anos da história da agremiação palestrina. Dudu possui uma série de outros recordes no Verdão, como a de ser o recordista de partidas no Allianz Parque (inaugurado em 2014), palco do duelo desta noite, com 149 jogos, o que mais venceu (106 vitórias), o que mais fez gols (36) e o que mais assistências concedeu no local (37).
O destaque individual não ficou por conta só de Dudu. Dentro de campo, impossível deixar de destacar a estrela de Raphael Veiga, que reforçou ainda mais a estatística de jamais ter desperdiçado uma penalidade pelo Verdão. Agora, são 21 ao todo (19 em tempo regulamentar e dois em decisão por penais). Neste século, inclusive, com seus 19 gols de pênalti em tempo regulamentar, ele já é o número um dentre os que mais balançaram as redes desta forma durante os 90 minutos, seguido de Edmundo, com 14 (ou seja, considerando apenas a segunda passagem do Animal – Século XXI).
E desde 1990, período em que o Departamento de História do Palmeiras contabiliza e tem controle desta estatística, estes 19 tentos de penal em tempo regulamentar o colocam como o terceiro maior goleador de pênalti da história do clube, ao lado de Edmundo (a quem igualou hoje), e atrás só de Chiqui Arce, com 28, e Evair, com 32.
De quebra, Veiga chegou à expressiva marca de 50 gols pelo Verdão. Na lista do top 100 de jogadores com mais gols na história do clube, agora ele ocupa a 59ª posição, igualando o craque Djalminha no posto.
E não foram só os jogadores. Acostumado a vencer, Abel Ferreira disputou 24ª partida decisiva no Verdão, chegando a 17 vitórias em jogos de mata-mata (ou seja, avanço de fase ou título), contra apenas sete vezes em que foi derrotado (ficando com o vice, quarto lugar ou pelo caminho).
PALMEIRAS: Marcelo Lomba; Murilo, Jailson e Piquerez; Marcos Rocha, Danilo (Breno Lopes 39’/2ºT), Zé Rafael e Gustavo Scarpa (Wesley, 29’/2ºT); Dudu (Gabriel Veron 36’/2ºT), Raphael Veiga (Atuesta, 29’/2ºT) e Rony (Rafael Navarro, 36’/2ºT). Técnico: Abel Ferreira.
Cartão amarelo (SEP): Breno Lopes
GOLS: Raphael Veiga (pênalti) aos 2 mi do 1ºT (1-0); e Rony aos 9 min do 2ºT (2-0).
fonte: https://www.palmeiras.com.br/noticias/palmeiras-supera-ituano-em-casa-e-avanca-a-semi-do-paulista-pela-9a-vez-seguida/
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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial
Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.
A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.
Sobrevivência e Estratégia
A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.
O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.
Drama Local e Pódio Inédito
A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.
Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.
Feitos Históricos no Pelotão Intermediário
A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.
Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto
Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.
- Kimi Antonelli (Mercedes)
- Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
- Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
- Oscar Piastri (McLaren) +24s261
- Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
- Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
- Pierre Gasly (Alpine) +30s369
- Alexander Albon (Williams) +33s413
- Esteban Ocon (Haas) +37s140
- Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
- Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
- Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
- George Russell (Mercedes) +43s353
- Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
- Franco Colapinto (Alpine) +48s964
Fonte: Esportes
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