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Palmeiras e São Paulo ficam só no empate no Choque Rei

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Pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras recebeu a equipe do São Paulo no Allianz Parque e os times empataram sem gols na tarde deste domingo (16). O Palmeiras até teve a chance de definir, com penalidade cobrada por Gustavo Scarpa aos 19 do segundo tempo, mas o goleiro Felipe Alves, inspirado nessa partida, defendeu. Líder, o Alviverde foi a 68 pontos na tabela, contra 57 do vice Internacional, que ainda entra em campo às 18h, contra o Botafogo, no Rio de Janeiro. Com o resultado, o Verdão ampliou sua invencibilidade para 17 jogos no Brasileirão no jogo que ficou marcado por ter sido o de número 250 da história do Palmeiras no Allianz Parque (desde a inauguração da arena, em 2014).

Invicto desde a 16ª rodada, o Palmeiras com seus 17 jogos invictos atingidos hoje alcançou a 7ª maior sequência sem derrotas em uma mesma edição de pontos corridos, ao lado do São Paulo de 2020 e do Corinthians de 2015 – completam o ranking: Athletico-PR de 2004, Atlético-MG de 2021 e São Paulo de 2008, 4º colocados com 18; Corinthians de 2017, 3º com 19; Palmeiras de 2018, 2º com 23; e Flamengo de 2019, líder com 24.

Aliás, o Palmeiras já havia registrado outra grande sequência invicta nesta mesma edição: 13 jogos, entre a 2ª e a 14ª rodada. As derrotas sofridas na 1ª rodada e na 15ª, aliás, foram as únicas do Verdão na competição: é isoladamente o time com menos reveses nessa edição do Nacional, seguido do Colorado, superado quatro vezes.

Ainda no Brasileirão 2022, o Palmeiras é o time com mais vitórias, isoladamente (19), melhor saldo de gols (32), melhor ataque (53 gols), melhor defesa (21 gols sofridos) e foi o dono da maior série de vitórias registrada nesta edição do Brasileiro (seis, entre a 17ª e a 22ª rodada).

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Líder do Campeonato Brasileiro agora há 23 rodadas consecutivas, o Palmeiras já superou o antigo recorde do clube na história da competição, atingido em 2016 (20 rodadas seguidas), e alcançou a 5ª posição do ranking, ao lado de Cruzeiro de 2013 e Flamengo de 2019 (ambos com 23), e até o final da competição pode chegar ao 3º lugar, superando ainda o Atlético-MG de 2021 (com 24) e o São Paulo de 2006 (com 27).

Este duelo não terminou com o desfecho que o torcedor palmeirense esperava, isso porque o time do Verdão jogou com um a mais por quase todo o segundo tempo, pois o zagueiro tricolor Ferraresi havia sido expulso nos acréscimos do primeiro tempo. E também no fim do segundo tempo outro zagueiro rival também foi expulso: Lucas Beraldo – o que até gerou pressão alviverde, mas o time adversário de fechou por completo.

Entretanto, embora não tenha conseguido a vitória, o Verdão defendeu uma marca positiva: chegou a 12 jogos invicto dentro de casa, local onde o time completou neste domingo exatos 250 partidas disputadas– considerando a inauguração do Allianz Parque em 2014. A marca, curiosamente, foi registrada justamente contra o São Paulo, clube que o Verdão mais enfrentou e venceu na história do estádio: 11 vitórias, 3 empates e 3 derrotas em 17 jogos. No total destes 250 jogos do Verdão no Allianz Parque, o saldo é amplamente favorável: 162 vitórias, 49 empates, 39 derrotas, 475 gols marcados e 192 gols sofridos.

Individualmente, vale destacar os números do técnico Abel Ferreira, que chegou ao seu jogo de número 154 pelo Verdão. Com isso, ultrapassou os 153 de Filpo Nuñez, com quem estava empatado, e passa agora a se isolar como 8º treinador que mais comandou o Palmeiras em todos os tempos (nessa lista, está atrás de Mário Travaglini, 7°, com 178, cujo ranking é liderado por Oswaldo Brandão, com 562 embates). Abel, de quebra, também passa a ser, com estes 154 jogos, o segundo treinador estrangeiro que mais comandou o Verdão em todos os tempos, deixando para trás nessa lista o argentino Filpo Nuñez (com 153), e agora o português fica atrás somente do uruguaio Ventura Cambon, com 305 jogos pelo clube.

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FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 0 x 0 SÃO PAULO

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data e hora: 16/10/2022, às 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (Fifa/SP)
Assistentes: Alex Ang Ribeiro (SP) e Daniel Paulo Ziolli (SP)
VAR: Daiane Caroline Muniz dos Santos (Fifa/SP)
Público e renda: 40.795 presentes / R$ 3.029.618,51
Cartões amarelos: Murilo, Breno Lopes e Abel Ferreira (técnico) (PAL); Wellington (SAO), Calleri, Rogério Ceni (técnico) (SAO)
Cartões vermelhos: Ferraresi e Lucas Beraldo (SAO)
Gols: –

PALMEIRAS: Weverton; Marcos Rocha, Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez; Danilo (López, aos 32’/2ºT), Zé Rafael (Menino, aos 17’/2ºT) e Gustavo Scarpa; Mayke (Atuesta, aos 17’/2ºT), Dudu (Breno Lopes, 41’/2ºT) e Merentiel (Endrick, aos 17’/2ºT). Técnico: Abel Ferreira.

SÃO PAULO: Felipe Alves; Igor Vinicius, Miranda (Lucas Beraldo, aos 8’/2ºT), Luisão, Ferraresi e Reinaldo (Wellington, aos 21’/2ºT). Pablo Maia, Nestor (Marcos Guilherme, aos 32’/2ºT) e Patrick (Igor Gomes, aos 21’/2ºT); Calleri e Luciano (Galoppo, no intervalo). Técnico: Rogério Ceni.

Fonte: Agência Esporte

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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