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Dólar fecha em R$ 5,0578, registrando forte queda nesta sexta-feira

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O dólar fechou em forte queda nesta sexta-feira (13). O dólar à vista caiu 1,65% nesta sexta-feira (13), fechando a R$ 5,0578, após variar entre R$ 5,1503 (+0,15%) e R$ 5,0462 (-1,87%). O patamar de fechamento é o menor desde o dia 5 ( R$ 5,0166).

Na semana, o dólar caiu 0,31%, registrando uma alta de 1,36% até quinta-feira. Em maio, reduziu os ganhos para 2,31% e ainda recuou 9,25% no acumulado do ano.

O declínio da moeda norte-americana foi influenciado pelos riscos de aperto mais forte da política monetária dos EUA e dos efeitos sobre cadeias de produção decorrentes de novos fechamentos de negócios na segunda maior economia do mundo para conter surtos de coronavírus.

Bolsa

A B3, principal índice da bolsa de valores brasileira, teve alta nesta sexta-feira e voltou a registrar ganho semanal após cerca de um mês e meio. Suzano e Petrobras foram as principais altas do dia. O Ibovespa subiu 1,17%, fechando a 106.924,18 pontos, na terceira alta seguida. Com isso, o índice fecha a semana com ganho de 1,7%, após cinco baixas semanais. O volume financeiro da sessão foi de R$ 27,1 bilhões.

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Ontem (12), o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, reiterou a intenção do Fed em subir o juro em 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões, diminuindo temores de um movimento de alta mais agressivo.

*Com informações da Reuters

Edição: Fábio Massalli

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Servidores do INSS encerram greve

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Depois dos médicos peritos, servidores do INSS também decidem encerrar greve
O Dia

Depois dos médicos peritos, servidores do INSS também decidem encerrar greve

Após o fim da greve dos médicos peritos, que retornaram ao trabalho nesta segunda-feira (23), os demais servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) também decidiram encerrar a paralisação da categoria que durou quase dois meses. Neste caso, o atendimento aos segurados está sendo retomado nesta terça-feira (24). No Estado do Rio, a adesão ao movimento dos servidores não causou grande impacto nas agências, ao contrário de outros estados, mas prejudicou a análise de benefícios.

O acordo para o fim da paralisação foi assinado pelo ministro do Trabalho e Previdência, José Carlos Oliveira, o presidente do INSS, Guilherme Serrano, a diretora substituta de Gestão de Pessoas do INSS, Eva Lorena Ferreira, e representantes da categoria.

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Os servidores se comprometeram a repor os dias parados, agilizando a análise de processos e a concessão de benefícios. Um plano de trabalho para decidir como será essa compensação será elaborado nos próximos dias.

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A categoria reivindica recomposição salarial de 19,9% — o governo oferece reajuste de 5% a todos os servidores—, melhores condições de trabalho e concurso público.

Com o acordo, a classe poderá apresentar à presidência do INSS — por meio de um comitê permanente — propostas de melhorias nos processos de trabalho. A primeira reunião deve acontecer em 30 dias.

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