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Prefeitura de Cuiabá amplia equipes e realiza tapa-buracos simultaneamente em vários pontos

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Nesta segunda-feira (13), as ações de tapa-buracos executadas pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras, acontecem em mais de 20 pontos da cidade. O total de equipes foi ampliado em abril para 12, possibilitando melhor atendimento aos bairros, além das situações emergenciais e das vias estruturantes. O trabalho é contínuo e deve avançar ainda mais com o fim das chuvas.

Três equipes atuam na região do Jardim Imperial, Rios Condomínio, Av. Miguel Sutil (do retorno de Várzea Grande para a Av. Carmindo de Campos) e na Avenida Principal do Parque Ohara com o bairro São José.

Quatro equipes estão na Av. Vicente Vuolo e Av. Professora Alice Freire, além do Grande Terceiro, Jardim Paulista, Santa Cruz II e região do bairro Porto, em diversas vias.

Outras duas equipes executam o tapa-buracos nos bairros Pedregal e Renascer, Jardim Mariana e na Av. General Melo, com início dos trabalhos atrás do Atacadão.

Também há duas equipes atuando na Estrada do Moinho, Av. Itália, Av. Brasil, Residencial Milton Figueiredo e no bairro Boa Esperança.

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Além disso, uma equipe trabalha com massa fria em pontos diversos, atendendo demandas menores e realizando serviços rápidos.

“O objetivo é acelerar e minimizar os problemas da malha viária da cidade, melhorar a trafegabilidade para motoristas e moradores dos bairros, que buscam a valorização da sua região”, explicou o secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Reginaldo Teixeira.

“Moro há seis anos aqui no bairro Boa Esperança e é a primeira ação que recebemos para tentar melhorar a mobilidade urbana. Com as recentes chuvas, surgiram muitos buracos e o asfalto ficou muito ruim. A Prefeitura veio ajudar a melhorar a via, que estava em situação crítica. É uma via importante, que liga a Av. Fernando Corrêa às universidades. Hoje ficamos felizes em ver que a gestão está preocupada. Na porta da minha casa havia um buraco muito grande, que já me causou prejuízos com o carro. Esses reparos ajudaram muito”, disse o morador da Rua 9, Marco Aurélio Esselin.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura aplica R$ 37,6 mil em multas e inicia limpeza em condomínio abandonado

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A Prefeitura de Cuiabá deu continuidade, nesta segunda-feira (8), à Operação Escudo Urbano, que interditou preventivamente um condomínio de casas abandonadas localizado na Rua Nossa Senhora de Santana, na região Centro-Sul da capital. A ação integrada envolveu a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), a Defesa Civil, a Vigilância em Saúde Ambiental, a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras e a Energisa Mato Grosso.

Durante a fiscalização, foram lavrados autos de infração que somam R$ 37,6 mil em razão das irregularidades encontradas no imóvel. As equipes também iniciaram os serviços de limpeza e remoção de resíduos acumulados no local. Os custos das intervenções serão cobrados dos proprietários do condomínio.

A Energisa Mato Grosso realizou a retirada de cabos e fiações em desuso, além do desligamento de pontos de energia existentes nas edificações, como medida de segurança e para eliminar riscos decorrentes do abandono do empreendimento.

A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, explicou que a ação foi motivada pelas condições críticas encontradas no condomínio e pelos riscos à saúde pública e à segurança da população. “Trata-se de um imóvel cuja estrutura está bastante comprometida. A Defesa Civil já havia elaborado um laudo anterior condenando a edificação e, agora, com o acesso ao condomínio, constatamos que a situação é ainda mais urgente. Encontramos focos e condições favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti, além da presença de morcegos, pombos e escorpiões. Estamos atuando no momento adequado para evitar que o local se transforme em um problema ainda maior para a saúde pública”, afirmou.

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A secretária reforçou que a responsabilidade pela conservação do imóvel é dos proprietários. “Estamos promovendo a limpeza e adotando medidas emergenciais para proteger a população. No entanto, trata-se de uma propriedade privada, e o dever de manutenção é dos proprietários, que serão responsabilizados pelos custos de toda essa operação. Também vamos encaminhar o caso à Procuradoria-Geral do Município para avaliação de medidas judiciais, porque ações pontuais não resolvem definitivamente o problema se não houver manutenção contínua”, acrescentou.

O diretor da Defesa Civil, capitão do CBMMT Marcelo Cerqueira, informou que o primeiro relatório técnico sobre o condomínio foi elaborado em dezembro de 2025. Na ocasião, as equipes não conseguiram acessar o interior do imóvel porque o local estava fechado. “Agora conseguimos entrar e verificamos uma situação preocupante. O condomínio possui 30 imóveis, e vários deles apresentam estruturas avariadas, além de grande acúmulo de lixo. A Limpurb já iniciou uma intervenção para melhorar as condições do ambiente, e vamos concluir o relatório técnico para subsidiar as providências necessárias por parte dos órgãos competentes”, explicou.

A Vigilância em Saúde Ambiental também participou da operação para identificar fatores que favorecem a presença de vetores de doenças e animais sinantrópicos. Segundo o biólogo Jesse Martins, a principal medida recomendada para o local é o manejo ambiental. “O controle químico não é indicado para esse tipo de situação. O mais eficaz é a eliminação dos abrigos e focos que favorecem a permanência desses animais. Encontramos vestígios de morcegos e também algumas larvas, que serão encaminhadas para análise laboratorial e identificação”, informou.

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Durante a vistoria, a Secretaria Municipal de Ordem Pública lavrou dois autos de infração com base na Lei Complementar nº 589/2025. O primeiro, no valor de R$ 10,4 mil, foi aplicado por lote não limpo, existência de criadouros de vetores e abandono do imóvel, com prazo de 30 dias para regularização. Já o segundo auto de infração, no valor de R$ 27,2 mil, foi emitido em razão da existência de criadouros de vetores, abandono do imóvel, risco estrutural grave e utilização do espaço de forma a gerar insegurança pública. Nesse caso, o prazo concedido para regularização é de 90 dias.

Ao longo de 2025, a Secretaria realizou três ações fiscais no local para notificar o responsável pelo imóvel a realizar a limpeza e a manutenção da área. Como as tentativas de contato não tiveram resultado, foi necessária a adoção da interdição preventiva, medida amparada pela Portaria nº 36/2026, publicada na Gazeta Municipal de sexta-feira (5). A norma regulamenta o processo administrativo cautelar de interdição total ou parcial de imóveis urbanos com risco iminente, previsto na Lei Complementar nº 589/2025.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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