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“Nunca vimos o pátio da Prefeitura tão cheio de máquinas”

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Parcerias e iniciativas da atual gestão marcam uma nova e produtiva fase para a produção rural

O fortalecimento da agricultura familiar, em Várzea Grande, ganhou um novo impulso com a entrega de maquinários e a implementação do Programa Fundaf — Fundo de Apoio à Agricultura Familiar (FUNDAAF) — com propósito de oferecer suporte financeiro direto aos agricultores familiares, com recursos a fundo perdido para impulsionar a produção, estimular a economia rural e reduzir desigualdades regionais. O programa, somado aos novos equipamentos entregues pelo governo do Estado e pela Assembleia Legislativa, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf-MT), marcam uma nova fase para o setor rural do Município.

“Nunca vimos o pátio da Prefeitura tão cheio de máquinas. A agricultura familiar de Várzea Grande vive um novo tempo. E, em breve os cartões do Fundaaf serão entregues aos nossos produtores”, declarou o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, durante o evento de entrega.

Na última semana, foram entregues dois caminhões caçamba, duas retroescavadeiras, uma pá-carregadeira, duas picapes, uma enxada rotativa e uma perfuradora, equipamentos que irão beneficiar diretamente cerca de 1,8 mil famílias em plena atividade na zona rural. Segundo o secretário, o investimento faz parte de um planejamento estratégico que vai do curto ao longo prazo.

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“Quando assumimos a Secretaria, encontramos uma precariedade muito grande nos equipamentos. Hoje, com o apoio da Empaer e do governo do Estado, conseguimos mudar esse cenário. Nosso objetivo é que o agricultor produza e que o Município, junto às cooperativas, garanta a comercialização. Esses maquinários são para fomentar o que já é produzido e gerar novas oportunidades”, afirmou Amorim.

O presidente da Empaer-MT, Suelme Fernandes, destacou que o avanço da agricultura familiar em Várzea Grande é resultado de uma nova forma de gestão.

“Desde o início da gestão da prefeita Flávia Moretti e do secretário Ricardo Amorim, assumimos o compromisso de mudar o conceito da agricultura familiar. Muita gente dizia que Várzea Grande não tinha pequenas propriedades, e hoje estamos impressionados com a diversidade e a qualidade da produção — desde alimentos com alta tecnologia até produtos tradicionais como rapadura, queijo, doces e mel”, ressaltou.

Suelme também lembrou que o Fundaaf é uma política inovadora, criada para garantir condições de investimento direto aos pequenos produtores. “Com o Fundaaf, cada produtor pode receber até R$ 6 mil para estruturar melhor sua produção, seja com a compra de equipamentos, reforma de galinheiros ou melhorias nas cozinhas de doces. Isso fortalece o campo e combate às desigualdades regionais”, explicou.

O presidente destacou ainda que a Empaer e a Prefeitura agora atuam de forma integrada. “O governo e o município são uma coisa só. Juntos, somos fortes e podemos transformar a realidade da agricultura familiar”, completou.

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MAIOR APOIO – Produtores rurais também comemoraram a chegada dos maquinários e o apoio do Fundaaf. Paulo César da Silva, presidente do PA Nossa Senhora Aparecida (Sadia 1), afirmou que os equipamentos vão auxiliar na produção e na preservação ambiental. “Temos uma área de preservação de 1.600 hectares e com a pá-carregadeira e a retroescavadeira poderemos manter tudo limpo e produtivo, melhorando a vida das 540 famílias do assentamento”, disse.

Já Jairo Antônio da Silva Borges, produtor da comunidade Formigueiros desde 1986, destacou que a estrutura vai ampliar a capacidade de entrega. “Produzimos banana e hortaliças e já vendemos por meio de cooperativas. Agora, com esse reforço, podemos aumentar a produção e atender mais pessoas”, contou.

“Com a união entre Estado e Município, a agricultura familiar de Várzea Grande vive um momento de expansão, investimento e valorização do pequeno produtor, consolidando o campo como motor de desenvolvimento sustentável e geração de renda”, concluiu Amorim.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Mordida de cachorro: saiba quando é necessário tomar vacina antirrábica

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Uma simples mordida ou arranhão de cachorro pode exigir atenção. Em casos de acidentes com animais domésticos ou de rua, o paciente deve procurar uma unidade de saúde para avaliação médica, já que existe o risco de transmissão da raiva, doença grave e quase sempre fatal após o aparecimento dos sintomas.

De acordo com a enfermeira da Vigilância em Saúde, Maria José Neves, a primeira medida após a mordida é lavar o local com água corrente e sabão em abundância, além de procurar atendimento médico o mais rápido possível.

ANIMAIS DOMÉSTICOS – Se o animal for domiciliado, saudável e puder ser acompanhado, a orientação é mantê-lo em observação por 10 dias. Durante esse período, é importante verificar se o cachorro apresenta mudanças bruscas de comportamento, como agressividade, salivação excessiva, dificuldade para engolir, medo da água, tendência a se esconder da claridade, paralisia ou sinais neurológicos.

Caso o animal permaneça saudável ao final dos 10 dias, normalmente não há necessidade de completar o esquema antirrábico. Porém, se o cachorro adoecer, morrer ou desaparecer nesse período, a pessoa deve retornar imediatamente ao serviço de saúde para iniciar ou complementar a vacinação.

ANIMAIS DE RUA – Nos casos envolvendo cães de rua ou animais desconhecidos, que não podem ser observados, a recomendação é iniciar a profilaxia antirrábica, conforme avaliação médica.

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O esquema vacinal geralmente é realizado em quatro doses, aplicadas nos dias 0 (dose inicial), 3, 7 e 14. Em situações consideradas graves, também pode ser necessário o uso do soro antirrábico.

Entre os casos considerados graves estão mordidas profundas, múltiplos ferimentos, lesões em mãos, pés, rosto e mucosas, além de ataques de animais silvestres ou morcegos.

SINTOMAS EM HUMANOS – Os primeiros sintomas da raiva em seres humanos podem incluir febre, dor de cabeça, mal-estar, fraqueza e sensação de formigamento ou dor no local da mordida. Com a evolução da doença, o paciente pode apresentar ansiedade, agitação, dificuldade para engolir, espasmos musculares, confusão mental e paralisia. Após o surgimento dos sintomas, a doença apresenta alta taxa de mortalidade.

CUIDADOS IMPORTANTES – Além da vacina contra a raiva, a equipe de saúde também avalia a necessidade de vacina antitetânica e uso de antibióticos, dependendo da gravidade do ferimento.

Maria José alerta que a raiva não tem cura e pode levar à morte caso o paciente desconsidere a importância de uma avaliação médica após mordedura de animal.

“Muitas vezes não levamos a sério a mordida de um cão ou gato, e isso pode resultar em algo muito grave se não tomarmos os cuidados necessários”, alerta a enfermeira.

A médica veterinária do Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG), Amanda Nunes, orienta a população a evitar contato com animais desconhecidos, principalmente cães e gatos em situação de rua, além de nunca tocar em morcegos ou animais silvestres.

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“É de suma importância que a população, principalmente crianças e pessoas curiosas, não toque em animais que não conhece, nem em animais de rua ou silvestres, como capivaras. Eles podem transmitir a raiva”, reforça.

ATENDIMENTO NO MUNICÍPIO – Em Várzea Grande, pacientes vítimas de mordidas podem buscar atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande (HPSVG) para avaliação e encaminhamento da vacina antirrábica humana.

No município, a raiva animal está erradicada desde 2015. A equipe do CCZ segue monitorando a situação para manter Várzea Grande livre da doença.

A veterinária Amanda Nunes orienta que, em casos suspeitos ou para mais informações sobre a doença, a população pode entrar em contato com o Centro de Controle de Zoonoses pelo WhatsApp (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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