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“STF no TikTok” ganha Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça na categoria Mídia Social

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O projeto “STF no Tiktok” venceu o XX Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça, na categoria Mídia Social. Os vencedores de cada uma das 12 categorias da premiação foram anunciados na sexta-feira (5/8), no Rio de Janeiro. O prêmio é concedido anualmente pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), organização sem fins lucrativos voltada ao desenvolvimento de debates e ações para aproximar as instituições públicas do cidadão.

Este ano, concorreram 301 projetos de assessorias de comunicação que compõem o sistema de justiça brasileiro. A premiação é distribuída nas seguintes categorias: Artigo Acadêmico, Comunicação Interna, Fotografia, Mídia Audiovisual, Mídia Digital, Mídia Radiofônica, Mídia Social, Projeto/Campanha Institucional de Interesse Público, Publicação Impressa Especial, Relacionamento com a Mídia, Reportagem Escrita e Vídeo Institucional.

Na categoria Mídia Social, o STF disputou o troféu com os projetos “Sacadas Engenhosas”, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e “Cobertura Multiplataforma do Júri da Boate Kiss”, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS). “A premiação é um marco, que sinaliza o reconhecimento de um trabalho coletivo de aproximação do STF com o público geral, principalmente o mais jovem”, afirma Fábio “Bito” Teles, coordenador de Multimeios da Secretaria de Comunicação do STF.

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Diferencial

Bito explica que, assim como o Poder Judiciário tem uma liturgia própria, as redes sociais também nos convidam a seguir uma série de práticas muito particulares. Nesse contexto, o desafio é justamente unir esses dois universos, juntando informação, entretenimento e curiosidades. “A leveza e o humor dos nossos conteúdos estão impregnados por correção e interesse público, e acho que isso é o que o nosso maior diferencial”, conclui.

Perto da sociedade

O canal do STF na plataforma TikTok foi criado em julho de 2021 e já conta com mais de 46 mil seguidores, que acompanham os mais de 150 vídeos postados no período. Divertido, informativo e com linguagem acessível a todos os públicos da rede, o canal apresenta vídeos explicando o funcionamento do Judiciário e seus instrumentos, julgamentos e outras atividades. Também há posts sobre a visitação pública ao STF, a campanha “Turma da Mônica e o Poder Judiciário”, as obras do acervo do Tribunal, diferenças entre STJ e STF, curiosidades sobre a Rádio e a TV Justiça, a Biblioteca e o novo Museu da Corte, além de conteúdos sobre questões como racismo, vacinação, liberdade de expressão, discriminação de gênero, discursos de ódio e combate às fake news.

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A presença do Supremo Tribunal Federal nas plataformas digitais, como o TikTok, uma das redes sociais mais populares do mundo, desde que foi criada em 2016, na China, busca aproximar o STF de novos públicos e novas linguagens e ampliar seus canais de comunicação com a sociedade. O Tribunal também conta com canais oficiais no Instagram, no Facebook, no YouTube e no Twitter, onde tem mais de 3 milhões de seguidores e milhões de visualizações de seus posts todos os meses.

Você pode conferir todos os vídeos postados na conta oficial do STF no Tik Tok.

AR//CF

Fonte: STF

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Renato Nery: sua morte exige voz, justiça e memória

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A morte brutal do advogado e ex-presidente da OAB-MT, Dr. Renato Gomes Nery, não pode ser tratada com indiferença. Trata-se de um crime que atinge diretamente a advocacia e a democracia. Renato foi um homem honrado, combativo e comprometido com a justiça — sua memória exige respeito e posicionamento firme por parte da sociedade e das instituições.

É inaceitável que um colega de trajetória tão marcante seja silenciado sem uma reação proporcional à gravidade do que ocorreu. Tive a honra de iniciar minha vida institucional na OAB-MT como conselheiro estadual em sua gestão. Conheci de perto o homem e o advogado.

Como ex-presidente da OAB-MT, tenho a obrigação de falar de Renato Nery. Não posso me calar diante da execução de um colega que também ocupou essa honrosa função. A presidência da Ordem não é apenas um cargo: é um compromisso com a defesa intransigente da advocacia e da democracia. Renato honrou essa missão com coragem, combatividade e senso de justiça.

A execução do colega, agora apontada pelas investigações como motivada por disputas fundiárias, exige não apenas uma rigorosa apuração policial, mas também uma profunda reflexão sobre os riscos enfrentados pelos que exercem a advocacia com independência e compromisso. O advogado precisa ter, acima de tudo, segurança para atuar. Sem isso, toda a estrutura democrática se fragiliza.

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É essencial que todos os desdobramentos do crime sejam investigados com máxima seriedade, inclusive aqueles de natureza patrimonial – para afastar oportunistas. Nada pode ser omitido ou minimizado. Só assim evitaremos injustiças irreparáveis e honraremos verdadeiramente a memória de Renato.

Neste momento em que prisões foram realizadas, inclusive de pessoas apontados como mandantes, é justo reconhecer o trabalho diligente dos órgãos de segurança pública, especialmente da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa. A atuação firme e técnica tem sido crucial para elucidar os fatos e oferecer respostas à sociedade.

À família de Renato, deixo minha solidariedade mais sincera. Que o legado de integridade, coragem e compromisso deixado por ele sirva como farol para todos os que ainda acreditam no poder transformador da advocacia e na força da verdade.

Renato Nery merece ser lembrado, respeitado e defendido — em vida e na memória. Seu nome não pode ser esquecido, nem a sua luta ignorada.

Por Ussiel Tavares, advogado e ex-presidente da OAB-MT

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