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Arsec estreia nesta quinta-feira (30) o podcast Olhar Regulatório

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A Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Cuiabá (Arsec-MT), que já está presente em diversas plataformas digitais como Instagram (veja aqui), Facebook (veja aqui) e YouTube (veja aqui), estreia hoje, 30 de junho, o podcast Olhar Regulatório em todas as plataformas de áudio e o videocast no canal do YouTube.

A agência já publica conteúdos institucionais e notícias, agora somará conteúdos técnicos atualizados, de qualidade e gratuitos para reguladores, prestadores de serviços e todas as pessoas interessadas em conhecer o universo da Regulação. O podcast tem o objetivo de falar sobre a importância e os trabalhos de uma agência de regulação. Os bate-papos serão mensais, e sempre terá um especialista que vai abordar temas diversos sempre relacionados com as atividades da regulação.

O primeiro episódio do Olhar Regulatório já está no ar. Ele traz a entrevista do diretor presidente da Arsec, Alexandro de Oliveira, que explica que nestes sete anos de atuação na regulação, percebe-se que existe um distanciamento muito grande entre o cidadão e as agências de regulação. Há uma grande incompreensão sobre a forma de atuação das agências e o papel de atuação das agências reguladoras na sociedade.

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“Nós também percebemos que essa dificuldade de comunicação gera muitas opiniões distorcidas, tornando as agências um alvo constante de críticas infundadas feitas por pessoas que não conhecem a natureza e importância do trabalho de uma agência reguladora”.

Para Alexandro, é função de toda administração pública dar transparência da sua atuação e informar a população; por isso, o podcast é visto como uma ferramenta que vai levar esclarecimentos sobre a atuação da agência, vai ajudar na apresentação da Arsec para a sociedade e vai demonstrar a importância da regulação dentro do sistema de concessões.

“Nós da Arsec acreditamos que vamos cumprir nosso papel de dar transparência do nosso trabalho através do podcast, que é uma ferramenta fantástica pela forma como se propaga no ambiente virtual. Então, com essa ferramenta nós queremos enriquecer o debate sobre regulação, concessão, saneamento básico e meio ambiente. Nós queremos sair desse lugar comum, que faz o cidadão acreditar que o papel de uma agência é simplesmente de reajustar o valor de tarifas, sendo que um dos principais vieses é buscar qualidade do serviço para a população, dentro do que foi concedido pelo poder público”.

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O Olhar Regulatório está disponível nas principais plataformas de áudio como Spotify, Appel, Deezer, Google Podcasts e outras; está no site e, ainda, o vídeo da gravação do podcast está disponível no canal da Arsec no Youtube.

 

Ouça o podcast:

 

Spotify: https://open.spotify.com/episode/1gty2lykMEGZ57oDjyTo1O?si=6im7tW_jQ2-aUjKo8vXtjQ&nd=1

 

Amazon: https://music.amazon.com/podcasts/0352e5c5-53c8-4149-8ae8-cfe3bcf9a5be/olhar-regulat%C3%B3rio

 

Deezer:https://www.deezer.com/br/show/3839867

 

Apple Podcast:https://podcasts.apple.com/us/podcast/olhar-regulat%C3%B3rio/id1632270517

 

Veja o videocast: https://www.youtube.com/watch?v=QDBWZCc3dso

 

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Prefeitura aplica R$ 37,6 mil em multas e inicia limpeza em condomínio abandonado

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A Prefeitura de Cuiabá deu continuidade, nesta segunda-feira (8), à Operação Escudo Urbano, que interditou preventivamente um condomínio de casas abandonadas localizado na Rua Nossa Senhora de Santana, na região Centro-Sul da capital. A ação integrada envolveu a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), a Defesa Civil, a Vigilância em Saúde Ambiental, a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras e a Energisa Mato Grosso.

Durante a fiscalização, foram lavrados autos de infração que somam R$ 37,6 mil em razão das irregularidades encontradas no imóvel. As equipes também iniciaram os serviços de limpeza e remoção de resíduos acumulados no local. Os custos das intervenções serão cobrados dos proprietários do condomínio.

A Energisa Mato Grosso realizou a retirada de cabos e fiações em desuso, além do desligamento de pontos de energia existentes nas edificações, como medida de segurança e para eliminar riscos decorrentes do abandono do empreendimento.

A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, explicou que a ação foi motivada pelas condições críticas encontradas no condomínio e pelos riscos à saúde pública e à segurança da população. “Trata-se de um imóvel cuja estrutura está bastante comprometida. A Defesa Civil já havia elaborado um laudo anterior condenando a edificação e, agora, com o acesso ao condomínio, constatamos que a situação é ainda mais urgente. Encontramos focos e condições favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti, além da presença de morcegos, pombos e escorpiões. Estamos atuando no momento adequado para evitar que o local se transforme em um problema ainda maior para a saúde pública”, afirmou.

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A secretária reforçou que a responsabilidade pela conservação do imóvel é dos proprietários. “Estamos promovendo a limpeza e adotando medidas emergenciais para proteger a população. No entanto, trata-se de uma propriedade privada, e o dever de manutenção é dos proprietários, que serão responsabilizados pelos custos de toda essa operação. Também vamos encaminhar o caso à Procuradoria-Geral do Município para avaliação de medidas judiciais, porque ações pontuais não resolvem definitivamente o problema se não houver manutenção contínua”, acrescentou.

O diretor da Defesa Civil, capitão do CBMMT Marcelo Cerqueira, informou que o primeiro relatório técnico sobre o condomínio foi elaborado em dezembro de 2025. Na ocasião, as equipes não conseguiram acessar o interior do imóvel porque o local estava fechado. “Agora conseguimos entrar e verificamos uma situação preocupante. O condomínio possui 30 imóveis, e vários deles apresentam estruturas avariadas, além de grande acúmulo de lixo. A Limpurb já iniciou uma intervenção para melhorar as condições do ambiente, e vamos concluir o relatório técnico para subsidiar as providências necessárias por parte dos órgãos competentes”, explicou.

A Vigilância em Saúde Ambiental também participou da operação para identificar fatores que favorecem a presença de vetores de doenças e animais sinantrópicos. Segundo o biólogo Jesse Martins, a principal medida recomendada para o local é o manejo ambiental. “O controle químico não é indicado para esse tipo de situação. O mais eficaz é a eliminação dos abrigos e focos que favorecem a permanência desses animais. Encontramos vestígios de morcegos e também algumas larvas, que serão encaminhadas para análise laboratorial e identificação”, informou.

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Durante a vistoria, a Secretaria Municipal de Ordem Pública lavrou dois autos de infração com base na Lei Complementar nº 589/2025. O primeiro, no valor de R$ 10,4 mil, foi aplicado por lote não limpo, existência de criadouros de vetores e abandono do imóvel, com prazo de 30 dias para regularização. Já o segundo auto de infração, no valor de R$ 27,2 mil, foi emitido em razão da existência de criadouros de vetores, abandono do imóvel, risco estrutural grave e utilização do espaço de forma a gerar insegurança pública. Nesse caso, o prazo concedido para regularização é de 90 dias.

Ao longo de 2025, a Secretaria realizou três ações fiscais no local para notificar o responsável pelo imóvel a realizar a limpeza e a manutenção da área. Como as tentativas de contato não tiveram resultado, foi necessária a adoção da interdição preventiva, medida amparada pela Portaria nº 36/2026, publicada na Gazeta Municipal de sexta-feira (5). A norma regulamenta o processo administrativo cautelar de interdição total ou parcial de imóveis urbanos com risco iminente, previsto na Lei Complementar nº 589/2025.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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